Os 10 Principais Blocos Carnavalescos do Município de Duque de Caxias

Vai passear, conhecer, ou pular o Carnaval na cidade? Se o interesse sobre o Carnaval ou Duque de Caxias o trouxe para cá, este artigo dará dicas de onde é melhor para pular carnaval nesta cidade do Rio de Janeiro. Variando desde os blocos mais tradicionais até os mais recentes,  conhecendo um pouco de seus costumes e histórias.

Bloco do China

Localizado no Bairro Centenário, o Bloco do China é um dos blocos mais tradicionais do Rio. O “dragão alvirrubro da Baixada Fluminense”, representado pelas cores vermelho e branco, já foram duas vezes vice-campeã carioca e ainda hoje serve de base para a escola de samba Acadêmicos do Grande Rio. Fundado em 25 de agosto de 1971, o bloco é tradicional no grupo 2, porém em 2011 foi rebaixado e se  consagrou vice-campeã no ano seguinte.

Esperança de Nova Campina

Fundada no dia 9 de abril de 1997, o bloco do bairro de Nova Campina é marcado pelas cores verde e branco e seu símbolo de pomba. A Estação Primeira de Mangueira é a madrinha desse bloco, mas ficaram três anos sem desfilar para retornar somente em 2004 através de uma nova administração. Em 2008 atingiram a quarta colocação com 82 pontos no carnaval de sua cidade.

Flor da Primavera

O bloco carnavalesco Flor da Primavera se situa no bairro de Jardim Primavera, utiliza as cores azuis e brancas e o símbolo de uma flor sobre um tambor para se identificar. Fundado em 15 de janeiro de 1977, o bloco promove a tradicional feijoada, em cada terceiro domingo do mês, com muito samba e pagode.

Império do Gramacho

Com as cores verdes e rosa, o bloco localizado no bairro do Gramacho é administrado pelo neto de Clodomiro de Oliveira, o presidente Emílio Reis. Fundado em 9 de março de 1972, a “Coroa” é o único bloco do bairro e já faturou prêmios como a melhor ala das crianças, melhor ala das baianas, melhor bateria, melhor porta-estandarte e mestre-sala. Considerado um dos melhores blocos da cidade, sagrou-se campeã em 2012 no grupo 2 dos blocos.

Laureano

A Unidos do Laureano utiliza as cores azuis e brancas, o símbolo consiste em um aperto de mão e dois ramos. Fundada no bairro de Laureano em 29 de fevereiro de 1976, parou de desfilar em 1989 devido ao cargo político de seu presidente, só retornando em 2007 com um novo presidente. Já em 2009 consegue o vice-campeonato e se classifica para o grupo 2 dos blocos carnavalescos.

Parada Angélica

Sediado no bairro de Parada Angélica, o bloco Unidos do Parada Angélica se identifica com o pandeiro com um troféu dentro e as cores verde e rosa. O bloco foi fundado em 5 de janeiro de 1976, o bloco participa do Carnaval carioca e o de sua cidade. O último enredo, de 2013, homenageia o jogador Mané Garrincha.

Simpatia do Jardim Primavera

Tendo o surdo como símbolo, as cores verde, vermelho e branco, o bloco Simpatia do Jardim Primavera fundou-se no dia 30 de julho de 2000. O nome do bloco foi decidido em um plebiscito com a Velha-Guarda da Grande Rio e a bateria dos Unidos da Tijuca, nomes como: Chapa Quente, Chupeta, Sorriso da Primavera e Simpatia do Jardim Primavera, sendo este último o escolhido. Já atingiram a segunda colocação em 2008 no carnaval da cidade.

Lira de Ouro

O bloco Lira de Ouro só passou a existir em 2004 e filiou-se à Associação Carnavalesca de Duque de Caxias em 2012. Mas sua história é um pouco mais antiga, é a Sociedade Musical e Artística da cidade e foi fundada em 1957. O local promove atividades como shows, cursos e cineclubes.

Império da Leopoldina

As cores verde e branco são usadas pelo representante legítimo da Vila Leopoldina desde 1980. O bloco surgiu de um movimento interno da até então Associação de Bailes, e hoje além de participar do carnaval, também realiza um trabalho para a divulgação da cultura africana, através da capoeira e oferecendo cursos gratuitos com parceria de entidades privadas, Fundo de Amparo ao Trabalhador e Ministério do Trabalho e Emprego, promovendo uma inclusão e qualificação de profissionais para o trabalho no Carnaval.

Imalê Ifé

O bloco Imalê Ifé tem um nome distinto dos outros e não é à toa, ele faz parte do Grupo Afro-Cultural Imalê Ifé. Fundado em 1990, um grupo de baianos se reuniu e sentiu a necessidade de desenvolver um projeto cultural na comunidade e optaram pela cultura afro. O nome Imalê tem significado mulçumano, aquele que instrui. Competem como amadores no Carnaval de sua cidade.

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