Monofobia – O Medo de Ficar Sozinho

Apesar desta condição não ser amplamente conhecida do público devido à sua natureza, os efeitos da monofobia atingem muitas pessoas de todos os cantos do globo. Esta desordem pode ser emocional, subconsciente e socialmente incapacitante para aqueles que sofrem os seus efeitos. No entanto, com tratamento e medicação, a monofobia pode ser tratada a certo nível até que o paciente sinta pouco ou nenhum dos sintomas dessa doença.

Um dos aspectos mais difíceis de lidar na monofobia é que a sua verdadeira causa é muitas vezes uma questão de ansiedade subjacente. Além disso, a natureza reclusa dos doentes que possuem a monofobia torna difícil descobrir este problema, tanto para os médicos quanto para as outras pessoas em geral. Para aqueles os quais a fonte de conforto é uma determinada pessoa ou lugar, a doença pode até não ser aparente até que aconteça uma mudança no estilo de vida. Além disso, a doença pode ser de difícil de autodiagnóstico, visto que os ataques de pânico e níveis de ansiedade do transtorno podem tornar difícil o raciocínio lógico para o doente.

Os sintomas comuns da monofobia incluem um medo intenso de estar sozinho ou de sair dos ambientes familiares. Às vezes, esse medo é tão intenso que somente o pensamento de estar sozinho ou de estar em um local desconhecido pode desencadear ataques de pânico e outros sintomas. Sendo um transtorno de ansiedade, os sintomas da monofobia incluem nervosismo, aumento da frequência cardíaca, dificuldade de pensar, inquietação, falta de ar, ataques de pânico e medo intenso. No pior dos casos, esses sintomas criam um impulso incontrolável de fugir do local estranho para procurar conforto.

As pessoas que têm monofobia muitas vezes atribuem segurança e proteção a uma pessoa ou a um local específico. Não é incomum que esse local seguro seja apenas um canto de um quarto ou um outro local pequeno, da mesma forma que várias pessoas podem ser tomadas pelo doente para dar a sensação de segurança e proteção, mas na maioria das vezes é uma pessoa específica. Relações comuns incluem um cônjuge, um irmão ou um amigo. Quando é este o caso, os sintomas não são frequentemente detectados até que uma mudança de vida maior ocorra, tal como uma morte ou uma mudança.

Os tratamentos comuns para a monofobia incluem consultas psiquiátricas, hipnoterapia, terapia de grupo e medicamentos selecionados. Destas opções, grupos de terapia e hipnoterapia desfrutam de altos níveis de sucesso entre os pacientes em muitos estudos e ensaios. Grupos de terapia também ajudam a fornecer um grupo de apoio para os indivíduos que sofrem com a monofobia, visando ajudar a reforçar as técnicas de enfrentamento, ansiedade e métodos de autocontrole e também para proporcionar conforto ao mostrar que aquele indivíduo não é a única pessoa que sofre desta doença debilitante.

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