Economia de Água na Limpeza dos Condomínios

Sustentabilidade já não é mais uma expressão incomum para a maioria das pessoas. O fato de que precisamos cuidar do meio ambiente e economizar água doce deixou de ser, há certo tempo, uma simples ideologia. E para ressaltar a importância destes hábitos, a Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional, Abralimp, chama a atenção dos usuários de serviços e produtos do setor. Este é um assunto bastante importante para a administração de condomínios, visto que, a economia de água deve ser uma prática de todos os moradores e colaboradores do prédio.

Como começar?

Mudança de hábitos e planejamento. Estas são as bases fundamentais para que a prática da economia de água seja disseminada pelo condomínio. Levantar metas, montar um cronograma e definir quais serão as reais necessidades de limpeza para os moradores e funcionários é a melhor maneira de iniciar este processo.

A partir daí, com a ajuda da administradora de condomínios, a contratação de uma prestadora de serviços faz-se necessária. A empresa virá até o local e realizará as mudanças necessárias para melhor atender as expectativas de todos, como mudar os produtos a serem utilizados, implantar de novos processos de limpeza e  reduzir do tempo que é feita a higienização dos ambientes, gerando assim aumento na qualidade e a satisfação dos usuários, sempre com o intuito de poupar gastos de energia e água, preocupando-se com o meio ambiente.

Máquinas profissionais valem à pena?

O mercado de equipamentos profissionais voltados para o setor de limpeza vem crescendo cada dia mais. Antigamente, as máquinas mais comuns utilizadas em ambiente residenciais eram limpadoras mais simples. Hoje em dia existem diversos equipamentos modernizados que visam inclusive economizar tempo, energia e água. Dependendo da necessidade do condomínio, vale sim à pena investir nestes aparelhos.

Acerte na escolha de produtos

Escolher os produtos de limpeza mais adequados é de extrema importância para não haver desperdícios tanto econômicos com água e também com os próprios produtos. Para isso, é preciso ter em mente algumas prioridades estabelecidas, como, por exemplo, onde será empregado cada um dos produtos e também se deve ficar atento a questões como: qualidade e quantidade.

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