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Qual a Melhor Forma de Contratar um Motoboy

 Como contratar um motoboy é uma dúvida muito comum para os gerentes e donos de empresas que utilizam esse tipo de serviço freqüentemente. É melhor ter um profissional terceirizado ou um que seja funcionário CLT da empresa ?

Para responder essa pergunta acertadamente é preciso fazer um estudo apurado, das necessidades reais da empresa sobre a utilização dos serviços desse profissional. Estabelecer qual a regularidade e importância dessa prestação de serviços, será fundamental para saber a real necessidade de ter um motoboy com disponibilidade em tempo integral.

O fator primordial para estabelecer a necessidade da contratação é determinar quanto tempo é preciso que exista um motoboy à disposição da empresa. Se por mais de três vezes por semana, esse serviço for executado no período completo de expediente, talvez seja interessante ter um profissional sempre à disposição, do que um terceirizado.

O principal motivo da oposição à contratação do profissional é a visão estereotipada que muitas pessoas possuem dos rapazes e moças que fazem entregas com motocicletas. A lembrança de pessoas mal vestidas que costuram o trânsito em alta velocidade sempre pesa na hora de buscar contratar um funcionário que atenda essa demanda.

Porém, o que muitas pessoas não sabem é que os motoboys, para exercerem a profissão, precisam passar por vários cursos de reciclagem no DETRAN – Departamento de Trânsito, o que faz com que tenham completa noção da importância de sua segurança e dos outros motoristas e colegas que circulam no trânsito das grandes cidades.

Para ajudar você a resolver se contrata um funcionário ou terceiriza o serviço, mostramos abaixo as diferenças entre os dois tipos de contratação.

Motoboy – contratar ou terceirizar ?

Serviço Terceirizado

Todo o trabalho e custos que seriam despendidos em uma contratação CLT passam a ser de responsabilidade da empresa que será contratada. Ou seja, toda a preocupação com aquisição de veículo, manutenção, abastecimento e encargos trabalhistas não ficarão na sua alçada de responsabilidade. A empresa fornecedora do serviço é que terá o profissional como seu funcionário. É feito um contrato entre a empresa que precisa do motoboy e a que fornece o serviço, deixando o contratante livre para se dedicar a coisas mais importantes como aumento das vendas e captação de novos clientes. Fique atento se a empresa que deseja contratar paga corretamente os encargos do motoboy, já que existe uma lei que exige que a empresa contratante arque com esses custos se a empresa prestadora do serviço não o fizer.

Contrato através de CLT – Consolidação das Leis do Trabalho

Aqui, como com qualquer outro funcionário, a empresa lidará com os custos e responsabilidades de um profissional contratado. Encargos trabalhistas, pagamento de férias, custos com o sindicato, seguro de vida (que é exigido por lei para esse profissional), aquisição e manutenção do veículo (é possível contratar um motoboy que já possua moto e fazer um acerto de valores com ele), disponibilização de EPI´s – Equipamentos de Proteção Individual e também ter um profissional de reposição no caso de ausências ou férias.

Pese bem a necessidade que tem do serviço de motofretista e veja o que é mais vantajoso para sua empresa.

Motoboy – Vantagens de Contratar um Profissional Autônomo

Contratar o serviço de motoboy autônomo pode ser uma ótima solução para as empresas agilizarem suas entregas e minimizar custos tornando seus serviços competitivos, entregando qualidade e satisfação para os clientes.

O serviço de motoboy geralmente é prestado por empresas que os contratam por regime CLT, porém existem alguns profissionais que trabalham como autônomos prestando um grande serviço a seus clientes. Veja abaixo as principais vantagens em contratar um serviço de motoboy autônomo.

5 Vantagens em contratar um motoboy autônomo

1 – Sem vínculo

Contratando um profissional autônomo você não precisará pagar encargos como INSS, FGTS e outros, porque os serviços prestados serão esporádicos e não constituem vínculo. Preste atenção apenas na habitualidade com que contrata o profissional, e também o nível de subordinação que ele tem que aceitar, esses fatores constituem vínculo com sua empresa e podem ser motivo para problemas judiciais. Deixe que o profissional defina a forma e a frequência com que prestará os serviços para você. Tenha o contato de vários profissionais para fazer um rodízio sem caracterizar habitualidade. Procure não fazer um contrato de prestação de serviços, assim caso não queira mais contratar os serviços, não precisará arcar com nenhuma multa por quebra de contrato.

2 – Pagamento

Profissionais autônomos receberão por serviço feito, o que dará a certeza de que estará pagando apenas o tempo trabalhado. Tendo um bom serviço de logística poderá aproveitar o mesmo tempo para fazer várias entregas em locais próximos o que minimizará ainda mais o custo. Essa é uma forma de agilizar as entregas para seu cliente final, passando profissionalismo e pontualidade.

3 – Veículo

Com um motoboy que trabalhe por conta própria você não precisa comprar uma moto para sua empresa. O profissional trabalha com o veículo dele, minimizando custos de compra e manutenção da moto.

4 – Flexibilidade

Com um profissional autônomo é possível ter maior flexibilidade nos horários de trabalho, inclusive agendando horários não convencionais, o que pode fazer com que tenha condições de atender entregas agendadas com alguns clientes. Atente apenas para o valor cobrado em horários noturnos e nos finais de semana, que podem ser diferentes dos horários normais.

5 – Manutenção

Sua empresa não precisa arcar com os custos de manutenção e documentação da moto, ficam todos por conta do motoboy. Atente apenas para saber se os documentos do veículo e do profissional estão em dia, para não ter problemas futuros.

Se você precisa de um motoboy com muita frequência, considere abrir uma conta em uma empresa que fornece esse serviço, existem vantagens como possibilidade de pagamento mensal, disponibilidade frequente de profissionais e a possibilidade de deixar o gerenciamento da sua entrega por conta de outras pessoas (a empresa de quem contratou o serviço).

Existem desvantagens também, como disponibilidade apenas no horário comercial, longa espera de profissional em dias de muito movimento e às vezes até mesmo a falta de motoboy para o atendimento no horário que você precisa. Analise sua necessidade dos serviços do profissional e faça o tipo de contratação que melhora atenda você e seus clientes.

Gráfica Online – Cartão de Visita é Importante Como Um RG

Você sabia que o cartão de visita é tão importante como o seu RG? Queremos hoje compartilhar com você nossa experiencia em impressões dos mais diversos materiais utilizados em derivados fins. Vamos então começar esse artigo, falando sobre o cartão de visita e em um próximo artigo falaremos sobre outros assuntos, assim como panfleto, banner, cartaz, faixas etc…

O que é um cartão de visita

E um pequeno cartão, seu tamanho é aproximado a de um cartão de crédito e sua espessura um pouco menor (um pouco mais fino e mais flexível). Nesse cartão são inseridas informações tais como: Nome, endereço, telefone, função e redes sociais etc.

Quando nascemos temos a obrigação de se identificar para o governo. Dando um nome e surgindo conforme dados uma certidão de nascimento, a nossa identificação está naquele documento. Para onde formos ou para qualquer coisa que precisa nos identificar, somente será comprovado pela certidão de nascimento.

Conforme crescemos surge então a necessidade de fazer outros documentos, sendo esses fictícios, tais como RG, CPF, Título de Eleitor etc. Essa é a nossa identificação para o governo. Sem esses documentos somos apenas indigentes para a sociedade, ou seja eles são muito importantes para nós.

Entendendo isso, vemos um outro, e podemos até chamar de um pequeno documento, só que agora com uma aparencia mais bela pois nós poderemos definir como ele vai ficar, porem esse documento pode ser acessível para qualquer pessoa, pois nele estará contidas não informações pessoais, mais informações de contato endereço, email etc … Ou seja ele é a nossa identificação para qualquer pessoa nessa terra.

Quando um colega seu, vizinho, familiar ou conhecido querer saber seu contato

Simplesmente será necessário verificar seu belo e formoso cartão de visita, quando falo cartão falo em O CARTÃO e não um pedaço de papel com seu nome e número. Pois nos dia de hoje quanto mais belo e atraente for seu contato, mais chances de ser reconhecido em seu estado profissional.

Podemos então concluir que como o RG o catão de visita também é indispensável para interagirmos com a sociedade atual que se avança cada dia mais e mais. Não fique sem o seu, mostre para a sociedade como que se faz. Revolucione o mundo atualize-se e mostre a diferença com cartões de visita. Para tal, você pode procurar uma gráfica online.

Qual é a Diferença entre Insolvência e Falência?

Há alguma diferença, na verdade? Muitos estudantes de Direito ou até advogados e funcionários juristas confundem o significado dos dois termos, e sim, há uma diferença bem importante entre eles. Entretanto, fica fácil de confundir os significados, mas entenda o porquê a seguir e você saberá qual a diferença entre os dois termos judiciais para nunca mais confundir.

A insolvência civil, como já diz o nome, se refere apenas a pessoas físicas. São insolventes cidadãos que ficam incapazes de arcar com seus pagamentos (compromissos) e pedem para entrar em estado de insolvência na justiça, ou algum órgão para o qual este cidadão deve dinheiro pode entrar com o processo. O indivíduo assumiu uma responsabilidade mas não estava devidamente respaldado pelo potencial financeiro de seus bens e imóveis. Caso ainda possua recursos para responder por suas obrigações, não haverá estado de insolvência.

O juiz deve decretar o processo de insolvência que foi aberto pelo endividado ou até mesmo por seu credor ou credores. No estado de insolvência os bens do devedor são postos à venda para quitar as dívidas dos credores. O que sobrar volta para o devedor e no final do processo o cidadão devedor pode estar em recuperação judicial, em falência ou em insolvência definitiva.

Já a falência ocorre com empresas, ou seja, com pessoas jurídicas. Uma empresa entra em falência quando o devedor comerciante não possua condições de pagar todos os seus credores. Normalmente a empresa para de funcionar e uma pessoa é designada pelo juiz para arrecadar o patrimônio disponível, verificar os créditos, liquidar os ativos e pagar o passivo em sistema de rateio.

O processo funciona basicamente como uma execução coletiva onde ocorre a arrecadação e a venda judicial forçada de todos os bens do falido para posterior rateio proporcional aos credores. Assim como ocorre na insolvência, tanto o empresário devedor quanto seus credores podem solicitar a falência de uma empresa.

Se você estiver entre alguma dessas duas situações, não se apavore e não tome nenhuma decisão precipitada. O indicado é primeiramente procurar um advogado, lhe informar o caso e ver quais as opções para resolver o processo. Após a analise do especialista e o contato entre os credores, ai sim a decisão pode ser colocada em prática.

Ganhar Mais ou Administrar Melhor

Algo que acaba por ser considerado como um grande problema entre a maioria das pessoas, não é apenas o trabalho que possuem, mas sim o quanto ganham com este trabalho. Sendo que podemos verificar que uma série de pessoas podem acreditar que o salário que recebem não é de acordo com as suas condições profissionais, ou seja, que recebem menos do que deveriam, porém, nem sempre é assim. E claro, a maioria das pessoas acabam por ficar com a dúvida sobre se devem receber mais, ou se devem administrar melhor o seu salário.

Ganhar mais ou administrar melhor

Isto pode ser considerado como bastante simples, visto que na maioria dos casos, o problema realmente esta relacionado a administração, mas claro que nem sempre, afinal, infelizmente ainda há algumas empresas que podem oferecer salários que sejam considerados como abaixo do mercado, fazendo com que assim a pessoa que exerce suas atividades acabe por ficar realmente prejudicada.

Mas se você ainda não conseguiu identificar qual é o seu caso, o mais adequado realmente, é que você analise o porque o seu salário não esta sendo o suficiente, se é por questões de dívidas, gastos excedentes, falta de organização, ou porque realmente esta recebendo menos do que seria adequado para viver de uma maneira que seja considerada como simples.

Se você notar que mesmo vivendo de uma maneira que poderia ser considerada como no limite, o problema realmente poderá ser o quanto você recebe, no entanto, no caso de não se tratar disto, o seu problema poderá realmente ser uma questão de organização.

Como resolver:

Para aqueles que estão realmente recebendo abaixo do que seria considerado como adequado para sobreviver, o ideal é que procurem por uma nova oportunidade, mas nunca deixar aquela na qual estão para trás antes de conseguir algo, para que assim não sejam ainda mais prejudicados.

E no caso da questão de organização, realmente o mais adequado seria criar uma planilha de gastos, para que assim possam colocar tudo aquilo que recebem assim como também o que gastam, e com a planilha de gastos, ainda se consegue realizar um planejamento futuro, fazendo com que as dificuldades financeiras acabem por ser menores a cada dia.

Segurança Empresarial – “Compliance” Uma Via de Mão Dupla

“A estratégia é uma economia de forças.” Karl von Clausewitz

No contexto institucional e corporativo, Compliance é o conjunto de medidas para fazer cumprir as Leis, as normas legais e regulamentares; as políticas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as atividades da organização bem como evitar, detectar e tratar qualquer desvio ou inconformidade que possa ocorrer.

Compliance  tem sua origem no mercado financeiro, derivando para as mais diversas organizações privadas, especialmente aquelas que estão sujeitas a forte regulamentação e controle. Com as atividades de Compliance, qualquer desvio ou inadequação em relação à política interna é identificado e evitado. À  Compliance  articula-se pela segregação de funções: por exemplo, quem determina uma aplicação financeira ou compra de produtos não pode ser a mesma pessoa a fiscalizá-lo; quem cria uma norma interna não deve definir a si próprio como fiscalizador dessa norma.

A Gestão de Segurança Empresarial é um processo contínuo de fixação de normas e procedimentos voltados para a proteção de pessoas, bens e instalações, com vizo de assegurar a continuidade da atividade econômica. Assim, acompanhar e monitorar o atendimento dessas regras é crucial para evitar danos futuros. Vale lembrar que as normas de segurança envolvem fatores que podem redundar em  responsabilização administrativa, cível e criminal no caso de utilização indevida e/ou incorreta.

É fundamental conhecer os tipos de risco que podem afetar o negócio a partir da estrutura e de ações da segurança empresarial. Nesse ponto vale destacar que todos os membros da área de segurança devem conhecer e praticar as normas legais, dando o real significado de compliance, e evitando riscos para a governança corporativa.

Devido a profusão de Leis, normas e regulamentos que o Estado emite a cada dia, torna-se imprescindível que exista um monitoramento sobre essas obrigações legais, visando que haja o cumprimento a partir de sua validade, lembrando aqui que não há possibilidade de alegar seu desconhecimento para o não cumprimento!

A Governança Corporativa é um caminho sem volta, um caminho que as empresas deverão trilhar se quiserem sobreviver no mercado. Compliance & Gerenciamento de Riscos são dois componentes desse sistema. Assim nada mais adequado que a Segurança Empresarial atuar de modo proativo nesse ambiente, bem como, fornecer meios e instrumentos de suporte e apoio para a Governança Corporativa nesse novo ambiente. Esse suporte pode variar da montagem de planos e chegando a investigações de “due diligence” ou a obtenção de dados por investigações próprias ou terceirizadas, e que sejam de interesse da organização.

Para uso interno da segurança empresarial, não podem ser esquecidas as normas gerais de segurança empresarial, que variam desde a Garantia Constitucional ao direito a dignidade, a honra e imagem da pessoa humana, passando pelas normas do Código Civil e Penal e de regulamentos e normas governamentais que alcançam o exercício da segurança (ex. Estatuto da Criança e Adolescente, Estatuto do Idoso etc.)

Sobre este aspecto vale lembrar que todos os  operadores de segurança empresarial, de qualquer nível ou atividade devem passar por um treinamento onde sejam analisados tais aspectos e as atividades de seu serviço, evitando-se embaraços judiciais como os que ocorrem na área de “revista de empregados”, quando por falta de orientação e organização os prepostos da empresa (seguranças) acabam por transgredir preceitos constitucionais e trabalhistas sem que disso se dessem conta por não terem sido adequadamente preparados ou treinados na atividade. Estamos aqui a falar de “treinamento” na sua acepção mais ampla, não aquela restrita a um monólogo de minutos para orientar tarefas de complexidade, mas da aplicação do sistema de ensino-aprendizagem em sala de aula, com a necessária avaliação de aprendizagem.

A normatização é peça chave para a Segurança Empresarial, inclusive pela necessidade de ajustarem-se as práticas diversas de “certificação” que exigem variadas abordagens (Gerenciamento de Riscos; Continuidade dos Negócios, Segurança das Informações etc.) e seu trabalho deve estar documentado no que tange as formas operativas, conjunturais e administrativas da organização, adequando-se ao seu funcionamento. No complexo mundo de proteger pessoas, bens e instalações, cumpre a segurança empresarial integrar-se aos novos processos de gestão, conciliando suas práticas com o desenvolvimento empresarial.

Assembleias Virtuais

Frente à correria do dia a dia, longas jornadas estressantes no trabalho, nos estudos e nos próprios trabalhos de casa, muitas vezes deixamos de lado algumas tarefas básicas, como comparecer às assembleias do condomínio que moramos, por exemplo.

A ausência à estas reunião acarretam vários problemas, pois, quando alguma decisão é aprovada, por mais que ela não te agrade, pelo fato de você não ter estado lá na hora da votação, não pode impedi-la. Cientes disso, administradoras de condomínios de São Paulo encontraram uma solução para realizar as assembleias sem a necessidade de ter a maioria dos condôminos presentes, surgindo assim as assembleias online.

Como elas funcionam?

Trata-se de uma reunião de condomínio realizada pela Internet, através de plataformas específicas. Nelas tanto os moradores quanto os administradores se encontram em um ambiente virtual, num horário estipulado antecipadamente e debatem sobre os assuntos que consideram mais importantes para a ocasião.

Antes de implantar esta nova ferramenta, é preciso tomar algumas providências. A principal delas é consultar a convenção do condomínio e certificar-se de que é permitido realizar reuniões desse tipo, pois, algumas convenções estabelecem que as assembleias sejam obrigatoriamente presenciais. Nestes casos, é preciso realizar uma reformulação no texto da Convenção, este deve ser aprovado em assembleia para só então passarem a ser realizadas as reuniões através da Internet.

O perfil do condomínio conta muito

É preciso também, antes mesmo de ir atrás deste serviço de administração de condomínios, analisar se a proposta estaria de acordo com o perfil do condomínio. Existem casos em que este tipo de assembleia acaba se tornando inviável. Nos prédios onde a maioria dos condôminos é composta por idosos, por exemplo, é aconselhado continuar com o sistema de assembleias presenciais e muitas vezes nem mesmo cogitar a ideia, pois, por se sentirem envergonhados, mesmo que esta parcela de moradores não concorde, acabam aceitando a proposta e tendo dificuldades futuras.

Existem ainda algumas administradoras que realizam serviços de auxilio para as assembleias, criação de regimento interno, etc. Tudo isso pode ajudar muito na implantação da assembleia virtual e até mesmo na presencial. É preciso analisar a proposta da empresa e verificar se ela atende à necessidade do seu condomínio.

Como Alcançar o Controle Financeiro

Controlar as finanças de uma empresa ou instituição é uma atividade de gestão, que pode ser auxiliada por sistemas informatizados.

Como alcançar o controle financeiro

Alcançar o controle financeiro é uma das atividades mais complexas em uma empresa. Isso acontece porque os gestores têm dificuldade para identificar quais são os ganhos reais de seu empreendimento, o que resulta em dificuldades e endividamento. O primeiro passo para conseguir o controle financeiro é descobrir o que de fato representa lucro nas atividades financeiras. Nem tudo que uma empresa ganha é lucro. Pode parecer uma coisa primária, mas grande parte dos gestores nem sabem o quanto ganham.

O lucro de uma empresa é a diferença entre o que ganha e o que gasta. O problema é que nem todos sabem o quanto ganham, e muito menos o quanto gastam. Deveria ser simples, como uma conta de quatro menos dois. O problema é que nem mesmo em casa dá para saber ao certo esses valores. Basta ver o quanto as pessoas se complicam com essas contas simples. Um contador deveria oferecer essas informações? E quem informa ao contador?

Para sair dessa armadilha, o primeiro passo é gerenciar rigorosamente todas as despesas e receitas de uma empresa. Isso significa registrar da forma correta todos os gastos. São despesas simples como uma caneta entregue a um funcionário sem dar baixa no estoque que se somam para estourar o orçamento no final de um mês. A ideia não é economizar canetas, mas saber para onde vão os recursos da empresa, em detalhes. Algumas pessoas argumentam que a tinta gasta com as anotações custam mais do que a despesa. Mentira. O prejuízo de não controlar é sempre maior.

Conforme as empresas crescem, pequenos problemas como uso descontrolado de grampos, desperdício de papel, desperdício de água, de energia elétrica ou de combustível podem fazer muita diferença. Mesmo que o diretor deseje ser generoso e distribuir presentes entre os clientes e funcionários, precisa registrar essas saídas se deseja saber sua margem real de lucros.

Existem sistemas informatizados para registrar e controlar as despesas de uma empresa, apontando as margens de lucro. No entanto, sistema nenhum pode organizar uma empresa que não tem boas práticas de gestão.

Quem é Quem Dentro do Condomínio?

Constantemente nos deparamos com pessoas que realizam atividades específicas dentro de um condomínio. Quem mora em prédio está acostumado a ouvir falar em determinadas funções como síndico, subsíndico, zelador, conselheiros, etc. Os condôminos geralmente têm boas relações com eles, convivem diariamente com estas pessoas, recorrem aos seus serviços quando precisam e até criam vínculos de amizade. Mas, o que representa cada um desses papéis dentro da administração de condomínios? Saiba agora um pouco do que cada atividade é responsável:

Zelador

Cabe ao zelador funções mais voltadas à parte funcional do condomínio, como:

  • Distribuição de serviços, materiais e equipamentos a equipe de limpeza e fiscalizar o serviço da mesma;
  • Analisar o funcionamento dos elevadores, caso o condomínio possua e das instalações de bombas d’água;
  • Vigiar a coleta de lixo e a retirada dele;
  • Realizar a troca de lâmpadas queimadas;
  • Verificar o fornecimento de água e informar os condôminos em caso de problemas;
  • Quando existirem mudanças, a proteção dos elevadores com acolchoados próprios para manutenção;
  • Manter o apartamento em que mora em bom estado de conservação;
  • Oferecer um bom atendimento a todos os condôminos, sempre respeitoso e imparcial;
  • Zelar pelos jardins do prédio quando não existir um funcionário próprio para cuidar das plantas;
  • Levar qualquer problema ocorrido no prédio diretamente ao síndico, de forma imparcial.

Síndico

O síndico é o representante legal de todo o condomínio. Ele exerce toda a administração, fazendo com que os artigos 1331 e 1358 do Novo Código Civil, a Convenção e o Regimento Interno sejam devidamente cumpridos de acordo. Ele pode ser um morador do condomínio ou até mesmo uma pessoa jurídica, ou síndico profissional como muitos chamam, caso esteja disposto em Convenção. A Convenção também prevê o prazo e a forma que um síndico pode ser eleito. O mandato dele pode durar até dois anos, podendo também reeleger-se. Cabe ao síndico o desempenho das seguintes funções:

  • Conhecer as leis condominiais, a Convenção e o Regimento Interno do edifício;
  • Cumprir todas as decisões tomadas em assembleia;
  • Elaborar, inserir e acompanhar o programa de manutenção preventiva do prédio, supervisionando a manutenção, conservação e a limpeza de todo o condomínio;
  • Organizar e manter o arquivo do síndico sempre em fáceis condições de consulta, transferindo de maneira ágil toda a documentação do condomínio para um novo síndico através da ata de eleição;
  • Realizar a cobrança imediata e efetiva dos condôminos inadimplentes;
  • Realizar a contratação de uma administradora de condomínios para assessoria e garantir o cumprimento das leis previdenciárias, fiscais, trabalhistas e específicas como a Auto Vistoria de Segurança, Cipa e Brigada de Incêndio, tec.;
  • Solicitar a participação efetiva da diretoria do condomínio (subsíndico, e conselheiros) para analisar as pastas de prestações de contas;
  • Manter-se sempre atualizado através de eventos, cursos, palestras, etc.

Subsíndico

Esta função nem sempre consta nas Convenções condominiais, embora seja bastante aconselhável tê-la no prédio. O subsíndico é responsável pela substituição do síndico em casos de eventuais ausências ou impedimentos. Da mesma forma que o síndico, deve ser eleito através de eleição, pela maioria dos moradores. Não deve exercer a função mais do que 30 dias. Em caso de renúncia, falecimento ou qualquer outra forma de impedimento contínuo do síndico, é ele quem deve convocar uma nova assembleia geral para realizar uma nova eleição.

Conselheiros

O Conselho Fiscal do condomínio deve ser composto por três membros que exercem as funções de fiscalização das contas do condomínio. O mandato de um conselheiro não é irrevogável, ou seja, ele pode ser destituído a qualquer momento através de assembleia. Caso esteja previsto na Convenção, o corpo diretivo pode ainda contar com um Conselho Consultivo, também formado por três membros e que serve especificamente para consultas do síndico. Os conselheiros podem exercer algumas atividades como:

  • Conferir as contas do condomínio periodicamente, realizando comparações com os comprovantes;
  • Realizar a análise das contas que o síndico apresentar;
  • Apresentar um parecer sobre as contas em assembleia geral;
  • Elaborar um regulamento e levantar as alterações necessárias nas partes recreativas do condomínio, seguindo a Convenção.

Conheça Melhor Sobre o Clima Organizacional

Cada vez mais os climas organizacionais vem despertando interesses cada vez maiores nos administradores brasileiros, isto desde os anos 70. E com isto não é por acaso ou ainda modismo, mas sim para a realização como um todo. A prática cada vez mais demonstra que existe uma relação direta entre todos os climas de ambientes de trabalho, bem como a produtividade, assim como também a sua capacidade de inovação e automaticamente seus lucros.

Em estudos realizados recentemente, revelou-se que o mercado cada vez mais está deixando para trás a era dos ativos considerados tangíveis, bem como todas as máquinas e também estoques, o que eram os únicos que poderiam movimentar toda a economia. A partir disto entramos através de um território considerado altamente complexo e também subjetivo, onde todas as pessoas, bem como as suas crenças, os valores, os comportamentos e tudo mais passam a ser considerados determinantes para que exista tanto o sucesso como também o fracasso de seus negócios.

O que podemos chamar de clima organizacional

O clima organizacional nada mais é do que a qualidade dos ambientes, esta que é percebida ou ainda experimentada por todos os participantes de empresa, o que poderá influenciar de forma direta o seu comportamento. Com isto temos toda aquela atmosfera psicológica onde podemos perceber que quando entramos em um determinado ambiente o que poderá nos fazer sentir mais ou ainda menos á vontade para ficar ali, bem como interagir e também realizar o nosso trabalho.

Somos totalmente influenciados por todo o clima organizacional e também o podemos influenciar. Com isto esse ciclo de influências deverá criar um efeito totalmente diferenciado que podemos chamar de realimentação de auto reforço, o que deverá fazer com que se crie algumas características da cultura que poderão ser consideradas virtuosas onde o ciclo deverá ampliar vários comportamentos considerados destrutivos, o que poderão prejudicar assim a produtividade, desgastando aos poucos tanto as pessoas como também os seus relacionamentos.

Se torna ainda algo vital termos o conhecimento de vários fatores que poderão dificultar toda a manutenção de um clima organizacional considerado produtivo e se pretendemos intervir de forma bastante significativa.