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Criatividade e Liderança na Educação

Entre os requisitos que estão pedindo as grandes empresas aos aspirantes a ocupar os mais importantes postos já não são um amplo currículo, altas qualificações nem os estudos nas melhores universidades. O que estão pedindo é criatividade, a liderança, visão, o mesmo que se precisa para escrever uma boa monografia ou realizar um projeto de pesquisa com qualidade.

Infelizmente, estas matérias não são oferecidas nas universidades. A ausência destas matérias contribui em grande parte para incrementar o desemprego dos formados das universidades. O tempo que nos tocou viver é altamente dinâmico, tudo se move, tudo muda de um dia para outro, mas a educação que recebem os estudantes é paralisante. Somos “educados” com informação que dentro de cinco anos será obsoleta. O mesmo se dá, muitas vezes, em monografias acadêmicas, em que o que o aluno-autor desenvolveu sofrerá de desatualização em pouco tempo.

Que sentido tem estudar informação que não terá nenhuma utilidade? Ou escrever pesquisas monográficas que não serão divulgadas ou que somente servirão para empoeirar estantes. Dá-se excessiva importância aos dados, quando a importância reside na criação desses dados. Privilegia-se a informação e se deixa de lado a criação dos dados. A informação por si só não contribui para a formação dos homens e mulheres que sejam capazes de resolver os problemas que serão apresentados no futuro não muito longínquo.

Algo que deveria ser enfatizado é a observação, a proposta dos problemas que tem o estudante e, obviamente, a solução dos mesmos. Isto implica na criatividade, já que é o recurso para resolver os problemas de uma maneira original, em todos os sentidos, desde a pesquisa para o tcc ou a redação do currículo, a escolha do estágio profissional ou a seleção do ramo em que irá atuar no mercado trabalhista. Nenhum estudante tem os mesmos problemas que os outros, portanto, requererá soluções diferentes. Aí é onde entra a criatividade pessoal. A maior parte dos estudantes de todos os níveis estuda de acordo com os planos e programas estabelecidos por alguns quantos acadêmicos que determinam o que os estudantes devem estudar.

Não importa as diferenças que existem entre os alunos, os planos e programas são desenhados como se todos fossem os mesmos. As inquietudes, as aspirações, os problemas não são levados em conta. E o mesmo recai na escolha do tema monográfico ou da dissertação de mestrado: o aluno não exerce suas verdadeiras capacidades para escolher sobre o que irá escrever, mas aceita as imposições dos outros: do professor orientador, da sociedade, até mesmo da família. As autoridades, os diretores e os professores assumem o que os estudantes devem saber e implicitamente assumem que os estudantes não sabem. Existe alguém que saiba absolutamente tudo o que os outros devem saber?

Uma criança de seis anos que chega pela primeira vez à escola já tem muita informação em sua mente, a essa idade tem muitas mentiras com as quais opera em sua muito pouca idade. Quando chega à escola o professor assume que não sabe nada, certamente não sabe ler nem escrever, mas isso não quer dizer que não tem uma determinada maneira de ver a vida, já tem sua própria cosmovisão, seu ponto de vista muito particular a respeito da vida. O problema é que ainda não pode articular com palavras esse ponto de vista.

O professor inicia sua instrução a partir do zero. Para isso lhe proporciona toda a informação possível tal como se se tratasse do catecismo, o professor dá suas verdades as quais se aprenderá de cor de tal maneira que possa passar nas provas. Termina o nível médio e do mesmo modo se considera que o aluno ignora tudo e pelo mesmo, se lhe instrui em tudo. O mesmo ocorre no nível de ensino médio que em profissional, salvo em raríssimas exceções. Quantos são os professores que provocam o diálogo, a discussão e o debate?

Por desgraça são muito poucos os casos de professores que o fazem. Isto não é unicamente responsabilidade dos professores já que assim o estabelecem os planos e programas costumam ser muito rígidos. Os programas estabelecem que tempos serão para a exposição do tema e que tanto para a discussão entre os alunos.

Podem-se esgotar os temas em determinado tempo? O sistema pedagógico terminou por ser mais propriamente um sistema de domesticação que de educação. Diz-se ao estudante o que deve ser e o que deve pensar. Diz-se a ele como escrever uma monografia pronta, como uma receita de bolo, mas sem paixão, sem dinamismo, tanto na graduação quanto na pós-graduação, e em certos casos até mesmo no mestrado, em que a monografia de dissertação também é tolhida.

O resultado deste sistema é que os estudantes se rebelam ou se aplacam e com as duas atitudes se destrói a criatividade dos mesmos e com isto também se destrói o futuro das nações. Com o sistema “educativo” que padecemos se destrói a liderança e nos convertemos efetivamente das circunstâncias. Os grandes problemas nacionais tais como a insegurança, a pobreza, a corrupção, a impunidade, as drogas, o narcotrafico, são conseqüência em grande parte pelo sistema “educativo” que padecemos.

A proposta

Creio que a educação deveria presidir várias matérias, as quais determinariam que outras matérias deveriam estudar os estudantes. Creio que nem todos deveriam estudar as mesmas matérias já que as inquietudes e as aspirações são diferentes. Isto faz necessário que os planos sejam diferentes. As matérias às quais faço referência são a criatividade, a liderança, a visão e a educação emocional. A criatividade é importante porque vai ajudar-nos a inovar o campo no qual pretendemos trabalhar, vai-nos ensinar a resolver os grandes e pequenos problemas com os quais seguramente enfrentaremos em nossa vida trabalhista.

Como já dizia antes, o mundo muda vertiginosamente, mas nós os seres humanos não operamos sob essa mesma velocidade. A liderança é um tema de importância capital para o movimento das pessoas. O tempo que nos tocou viver se caracteriza pela apatia e o pessimismo da grande maioria das pessoas. A cultura e a educação que padecemos assassinaram a liderança, a criatividade e nos levou para a dependência das pessoas. Creio que é indispensável desenvolver a liderança desde a mais precoce idade dos alunos.

Por que Aprender Inglês?

Dominar o idioma pode ser sinônimo de bom desenvolvimento no trabalho e prestígio na vida pessoal. Ter conhecimento da língua inglesa, atualmente, significa mais do que um diferencial no currículo ou o alcance de bons cargos em empresas. Dominar o idioma, quer dizer que…

  • você pode ouvir músicas e entender o que elas dizem, além de aprender a letra para cantar depois;

  • assiste suas séries e filmes prediletos, sem a necessidade de legendas;

  • você consegue ler livros ou artigos com conteúdo vasto, que não são encontrados na língua portuguesa;

  • entende placas nas ruas e informações de manuais de instrução;

  • visita países, sem a necessidade de guias turísticos ou tradutores;

  • sabe manusear programas de computador que estão não têm versões em português;

  • tem uma melhor colocação na empresa onde trabalha;

  • consegue fazer melhores pesquisas nos buscadores da internet para a faculdade; pode realizar a pós ou mestrado no exterior;

  • você se torna capaz de auxiliar quem tiver dúvidas sobre alguma palavra, expressão ou texto em inglês.

Estas são algumas das muitas vantagens de se dominar o idioma. A BLC4u, por exemplo, possibilita que você as alcance e se desenvolva na área profissional e pessoal. Esta escola oferece o curso de inglês online, por meio do moderno uso do e-learning, que aplica um ensino prático, dinâmico e interativo à distância.

O curso online pode ser estudado em qualquer lugar e a qualquer hora do dia. Com este método, você verifica como está seu nível de entendimento, já que faz avaliações e recebe relatórios sobre seu desempenho e com orientações para desenvolvê-lo ainda mais.

Mas se você ainda tem dúvidas com relação à eficiência de aprendizagem do método online, veja o que as pessoas dizem no BLC4u opiniões e tire suas próprias conclusões. Aprender inglês nunca foi tão fácil. Entender o idioma com nativos da língua inglesa e ter um certificado de reconhecimento internacional está ao seu alcance.

Verbos em Inglês

Certamente você já sentiu um arrepio na espinha, só em ver o título desse artigo, não é mesmo? Aprender verbos em inglês sempre foi o terror da disciplina de língua estrangeira nos tempos de escola, quem não se lembra do famoso Verbo To Be, das horas e mais horas de gramática que o acompanhavam?

Apesar ser algo que a grande maioria considera “chata” é necessário ter conhecimento dos verbos em inglês, especialmente esse mais conhecido, o Verbo To Be. Claro que, independente disso, é interessante que você procure um curso de inglês, assim terá maior acompanhamento sobre a sua evolução e terá orientadores capacitados para ter fluência na língua, tanto na fala, quanto na escrita. Vamos aprender de vez o tão temido Verbo To Be:

O Verbo To Be, indica ação ou estado, ou seja, é o nosso ser ou estar.

Podemos conjugar o Verbo To Be no presente do indicativo, da seguinte forma:

  • I am, ou I’m: Eu sou/Eu estou
  • He is, ou He’s: Ele é/Ele está
  • She is, ou She’s: Ela é/Ela está
  • It is, ou it’s: Ele é/Ela é/Ele está/Ela está (serve para animais, objetos, seres inanimados etc.)
  • We are, ou We’re: Nós estamos/Nós somos
  • You are, ou You’re: Você é/Vocês são/Você está/Vocês estão
  • They are, ou They’re: Eles são/Elas são/Eles estão/Elas estão

É importante ressaltar que no caso de perguntas a ordem do verbo fica invertida, por exemplo:

  • Are they students? (Eles/Elas são estudantes?)

Espero que tenham gostado das dicas! Caso você tenha interesse em aprender mais sobre a língua inglesa, de uma forma divertida e descomplicada acesse o blog Inglês Dicas.

Ele traz diariamente dicas sobre fontes de estudos, além de dicas para aprender inglês em casa, ou em qualquer outro lugar, no seu dia-a-dia, sem aquelas intermináveis chatices da internet, com uma linguagem clara e direta, feito para você, que não aguenta mais o jeito complicado com que algumas pessoas falam sobre o tema.

Aplicação do Método Socrático na Orientação de Monografia

O ensino Socrático é a estratégia educativa mais antiga, e ainda hoje a mais poderosa, para promover o Pensamento Crítico, tendo sua discussão ganhado impulso nos meios acadêmicos nestes últimos anos. Com ele, focamo-nos em formular perguntas para os estudantes em vez de dar-lhes respostas. Moldamos uma mente inquisitiva e exploradora mediante a sondagem contínua, através de perguntas, sobre um tema. E este processo é também o mais eficiente para desenvolver nos alunos a capacidade de pesquisarem e redigirem seus resultados na forma de uma monografia ou um projeto de pesquisa.

Felizmente, as habilidades que se aprimoram ao enfocar-nos tanto nos elementos de raciocínio de uma disciplina, como na auto avaliação, aliadas à relação lógica que resulta desse pensamento disciplinado, preparam-nos para o questionamento socrático. Assim, a existência de um conjunto previsível de relações tem validade para todas as áreas e disciplinas. Isto se dá na lógica geral do raciocínio, pois cada área desenvolveu aquelas que têm:

  • Metas e objetivos compartilhados (que definem o enfoque da área)
  • Perguntas e problemas compartilhados (cujas soluções procuram atingir)
  • Informação e dados compartilhados (que utilizam como bases empíricas)
  • Maneiras compartilhadas de interpretar ou julgar a informação conceitos e idéias compartilhados, especializados (que usam como ajuda na organização dos dados)
  • Conjecturas compartilhadas (que lhes permitem buscar metas comuns dentro de um marco comum)

Cada um dos elementos representa uma dimensão dentro da qual se pode explorar quando se questiona a uma pessoa. Da mesma forma, toda monografia ou TCC tem o que se denomina Problema da Pesquisa, formulada a partir dos mesmos elementos ou princípios citados acima.

Podemos perguntar por metas e propósitos. Podemos explorar a natureza da pergunta, problema ou tema que se está tratando. É possível também inquirir em se temos ou não dados e informação relevantes. Podemos considerar interpretações alternativas de dados e informação. Torna-se válido, ainda, analisar conceitos e crias senhas. Podemos questionar conjecturas que foram feitas ou construídas. Podemos solicitar aos estudantes que predigam os envolvimentos e conseqüências do que estão dizendo. Podemos considerar pontos de vista alternativos. Tudo isto e muito mais, constitui o coração do interrogador Socrático e que poderá servir como norte para a atuação do professor orientador de monografias, artigos científicos e tcc.

Como aproximação tática, o questionamento Socrático é um processo altamente disciplinado. O interrogador Socrático atua como o equivalente lógico da voz interna crítica que explora a mente ao desenvolver habilidades de pensamento crítico.

As contribuições dos colegas são como outros tantos pensamentos mentais. Todos esses pensamentos devem ser tratados cuidadosa e equitativamente. Fazendo seguimento a todas as respostas mediante mais perguntas e selecionando as perguntas que permitam avançar na discussão, o interrogador Socrático força a classe a pensar de maneira disciplinada, intelectualmente responsável, ao mesmo tempo em que continuamente ajuda seus estudantes propondo-lhes perguntas facilitadoras.

O interrogador Socrático deve:

  • Manter enfocada a discussão
  • Assegurar que a discussão se mantenha intelectualmente responsável
  • Estimular a discussão mediante perguntas exploratórias
  • Periodicamente resumir o que se atendeu e
  • Resolver e o que não envolver na discussão a maior quantidade possível de estudantes.

Todos têm a ganhar com a aplicação deste método em todas as fases de elaboração monográfica: os docentes, os alunos, a instituição de ensino e mesmo a sociedade.

Espanhol – Uma Língua em Expansão

Originou-se no atual Norte da Espanha e gradualmente espalho pelo Reino de Castela. É uma língua românica que pertence a grupo Ibérico-Românico. Evoluiu para principal língua na península ibérica e entre os séculos XV e XIX com a expansão do Império Espanhol, a língua foi levada para o exterior, principalmente para as Américas e também, África, Ásia-Pacífico. Na atualidade mais de 300 milhões de pessoas no mundo falam espanhol como idioma nativo. Sendo, em termos nativos, a segunda língua mais falada no mundo, depois do mandarim. Destacar que México é o país que contem o maior numero de falantes de espanhol. Também ressaltar que o espanhol é língua oficial das Nações Unidas.

Na lista mundial figura na segunda, terceira ou quarta posição segundo a fonte consultada, isso porque  na Índia e América do Sul varia muito os censos segundo o organismo consultado. Em importância ocupa a segunda posição atrás do Inglês e é falada, de forma quase residual, nos seis “continentes” embora  o castelhano seja uma língua principalmente americana. Com cerca de duzentos e cinquenta milhões de falantes a língua castelhana é o  idioma oficial de Espanha, da América Central e do Sul (exceto, Haiti, Brasil, Guianas e varias ilhas caribenhas), da Guiné Equatorial  e das Filipinas, na África.

Nos tempos medievais  a comunidade linguística (Castela)  lhe deu origem e também é chamada ou conhecida como o “castelhano”. Outros idiomas são falados na Espanha:  o basco, uma língua ainda sendo estudada em sua origem, o asturiano, o catalão, o aragonês e o galego (idiomas de raiz românicos). A ortografia e as normas gramaticais do castelhano/espanhol asseguram a integridade da língua, apesar de ser um idioma falado em regiões tão distantes. A colaboração entre as diversas Academias da Língua de Espanha e as dos países americanos é fundamental para preservar esta unidade. Através do Instituto Cervantes é difundido por todo o mundo, o primeiro método unitário de ensino do idioma que Espanha elaborou.

O nome da língua procede da terra dos castelos, Castela. O primeiro passo para converter o castelhano em língua oficial do reino de Castela e Leão foi dado por Afonso X. As grandes obras históricas, astronômicas e legais foi ele quem mandou compor em romance, e não em latim. Os documentos notários eram escritos em castelhano e também sob as ordens de Afonso X o castelhano era a língua da Bíblia traduzida. Sob domínio árabe As comunidades hispânicas conviviam com as comunidades judaicas e árabes que  falavam moçárabe. As Jarchas primeiros poemas escritos em moçárabe conservam uma forma estrófica de clara origem semítica, a moasajas. Um abundante vocabulário de cerca de quatro mil termos deixaram no castelhano, quase oito séculos  (711-1492) de interação árabe. Muitos deles com o tempo foram caindo em desuso, hoje ainda existem palavras de uso comum como adobe, alfombra, zanahoria etc. e a expressão ojalá, como em português “oxalá” que significa “queira Deus” (literalmente: queira Alá). Aprender espanhol online.

Energia Solar – Uma Solução para os Altos Preços da Energia Elétrica

Muitas pessoas estão sofrendo com os preços da eletricidade nos dias de hoje. Os custos da energia estão subindo cada vez mais e as empresas de energia continuam a aumentar seus preços regularmente. Mas há uma maneira que você pode evitar esses aumentos, e isso é gerando sua própria energia com painéis solares. Aqui estão alguns dos principais benefícios de painéis solares para ajudar a combater os preços crescentes da energia elétrica.

Energia gratuita. Com painéis solares, você está começando a tirar proveito do poder do sol, que é totalmente gratuito. Esta é uma fonte inesgotável de energia que você sabe que nunca vai acabar, então quando você tiver seus painéis solares no lugar não precisará se preocupar com mais nada sobre os preços da energia. E, claro, você nunca terá que pagar conta de luz mais uma vez já que está recebendo toda a sua eletricidade a partir da energia solar.

Longa vida útil. Os últimos painéis solares são construídos terem uma longa vida útil, por isso não existem preocupações de que você terá que fazer substituições regularmente. Isso significa que uma vez você os tem instalados, os painéis solares exigem pouca manutenção e você pode usar livremente a eletricidade que produzem de forma gratuita. Tenha a certeza que seus painéis solares vão gerar eletricidade para as próximas décadas.

Investimento em longo prazo. Uma das grandes coisas sobre a instalação de painéis solares fotovoltaicos em sua casa agora é que você pode ganhar dinheiro com o poder de gerar graças a grande economia que você terá todos os meses. Ao longo do tempo, a economia gerada pelo fato de você não ter de pagar as contas de luz vão custear toda a compra e instalação dos painéis solares e, em seguida, você continuará a desfrutar da economia gerada por muitos e muitos anos.

Ecologicamente correta. Um bônus adicional dos painéis solares é que você começa a ajudar o meio ambiente ao mesmo tempo, com a geração de eletricidade. A energia que você irá criar será energia limpa e pura da fonte mais natural de todas. Os painéis solares permitem aproveitar a energia do sol e fazer a sua parte para salvar o planeta, ao mesmo tempo.

Os painéis solares são a maneira ideal para gerar energia gratuita e limpa em sua casa ou empresa. Porque eles são projetados para durar e pouco tempo depois a economia gerada paga o preço de toda a instalação. E, claro, você não terá que se preocupar com os preços crescentes da energia uma vez que sua eletricidade é gerada no seu próprio local.