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Os Sintomas da Obsessão pela Cirurgia Plástica

Os cirurgiões plásticos não deixam de aumentar à medida que passam os anos, tal como os pacientes que se submetem a cirurgias estéticas de diversos tipos.  A cirurgia plástica ou estética se especializou em diferentes áreas:

  • Cirurgia plástica reparadora: está especializada em reparar, dissimular ou reconstruir os efeitos produzidos no corpo devido a um acidente, uma doença, queimaduras, tumores, etc. Utiliza técnicas como transplante e mobilização de tecidos mediante enxerto ou outras técnicas.
  • Cirurgia plástica estética: diferente da cirurgia reparadora, a cirurgia estética é realizada em pacientes saudáveis  que querem muda rou melhorar algumas partes de seu corpo que não lhes agrada ou lutar contra as conseqüências do tempo no corpo.

A maioria dos pacientes realiza cirurgias plásticas estéticas, ou seja, não realiza uma cirurgia por uma questão de vida ou morte ou por problemas relacionados com a saúde, mas sim para modificar algo em sua aparência com o qual não se sentem cômodos o que gostariam de melhorar. No entanto, os desejos de mudanças têm um limite que muitas vezes se converte em um transtorno.

Sintomas da obsessão

Os pacientes que costumam apresentar este problema em geral já realizaram muitas cirurgias em todo seu corpo, inclusive desde a juventude, e sem a necessidade urgente de modificar sua estética. O dever dos cirurgiões plásticos deve ser o de alertá-los quando a frequência de intervenções supera a quantidade normal que o corpo pode suportar para evitar complicações pós-operatórias.

Quando os motivos pelos quais se solicita uma cirurgia são pouco realistas ou os objetivos do paciente não apresentam sentido, os cirurgiões devem aconselhá-los. Muitos deles pretendem modificar detalhes que só são visíveis a seus olhos e sequer o cirurgião pode modificar.

Uma visão corporal distorcida

Cada pessoa possui uma visão do próprio corpo, que se forma através das imagens e sensações percebidas individualmente. Os pacientes viciados em cirurgias estéticas costumam apresentar sintomas que sugerem algum transtorno da percepção de sua imagem corporar, inclusive acompanhados por doenças como a bulimia, anorexia ou depressão. A satisfação depois e que os cirurgiões plásticos fazem seu trabalho passa rapidamente e estes pacientes vêem uma necessidade urgente de realizar um novo procedimento.

Em casos graves é necessário um tratamento com um psiquiatra e em todas as situações, o acompanhamento do entorno familiar e de amizades respaldados por um profissional médico que entenda os sinais do paciente.

O Tratamento e Diagnóstico da Hepatite C

A hepatite C é uma doença causada pelo vírus VHC, uma doença viral que conduz à inflamação do fígado e que em muitas situações não apresenta sintomas, a não ser numa fase já muito adiantada da doença. Hepatite significa inflamação do fígado. Inflamação é o inchaço doloroso e de cor avermelhada que ocorre quando os tecidos do corpo se infeccionan o se lesionam. A inflamação pode prejudicar o funcionamento adequados dos órgãos.

O fígado é um órgão que desempenha muitas funções importantes. O fígado:

  • Elimina sustancias químicas danosas ao sangue
  • Combate as infecções
  • Ajuda a digerir os alimentos
  • Armazema nutrientes e vitaminas
  • Armazena energia

A hepatite C transmite-se através do contato com secreções e sangue contaminado. Por este motivo, o contágio mais comum se dá entre consumidores de drogas injetáveis que compartilham agulhas. No entanto, também pode ser transmitida através de transfusões de sangue, contato íntimo desprotegido e através de piercings e tatuagens.

Os sintomas da hepatite C são febre, enjôos, vômito, falta de apetite, dores abdominais, dos músculos e articulações, mal-estar geral, urina escura e fezes claras. Contudo, devido ao fato da doença ser muitas vezes assintomática, estes sintomas são apenas percebidos quando a doença já atingiu de forma irremediável o fígado. A hepatite C pode ser aguda ou crônica, no entanto, a maioria das pessoas infectada com o vírus desenvolve a forma crônica da doença. O diagnóstico da hepatite C é realizado através dos seguintes exames solicitados pelo médico infectologista:

a) Teste EIA para deteção de anticorpos de hepatite C.
b) Testes RNA para determinar a carga viral.
c) Genótipo da hepatite C.

Após o diagnóstico, é necessário identificar as lesões já existentes no fígado através de testes que determinem o nível de albumina, exames de função hepática e tempo de protrombina. Apenas em casos mais complicados se recorrerá a uma biópsia que avaliará a extensão e gravidade das lesões no fígado.

O tratamento deverá prolongar-se durante 24 e 48 semanas  duas vezes por dia tendo como objetivo este tratamento remover o vírus do sangue a fim de reduzir o risco de cirrose e câncer de fígado. Tendo em consideração que não existe uma vacina para a hepatite C a única forma de prevenir esta doença é evitando as suas formas de transmissão.

Os Sintomas do Câncer da Vesícula Biliar

O câncer da vesícula biliar é uma doença cujo diagnóstico não é fácil e a prova disso é que, geralmente, o diagnóstico é efetuado durante ou após cirurgia, depois de removida a vesícula e analisados os resultados histológicos obtidos. Trata-se de um tipo de câncer raro e devido ao fato de os sintomas não serem claros e ser feito o diagnóstico tardiamente, quando detetada a doença, o câncer já atingiu outros órgãos tornando o tratamento mais complicado. Os sintomas mais comuns do câncer da vesícula biliar são a dor abdominal no lado direito do abdômen, enjoos e vômitos, icterícia, febre, perda de apetite e perda de peso.

A vesícula biliar é um órgão em forma de pêra situado abaixo do fígado, na parte superior do abdômen. Armazena a bílis, um líquido elaborado pelo fígado que tem como função digerir a gordura. Quando os alimentos se decompõem no estômago e nos intestinos, a vesícula biliar libera bílis através de um tubo que se chama conduto biliar comum, que conecta a vesícula biliar e o fígado à primeira parte do intestino delgado. Os exames de diagnóstico para detecção do câncer da vesícula biliar são a ultra-sonografia, a tomografia, a ressonância magnética, exames de sangue CA 19-9 e CA-125.

A cirurgia é o tratamento mais indicado para esta doença que, num estágio inicial elimina a disseminação do câncer. Contudo, em estágios mais adiantados da doença, e tendo sido afetados outros órgãos, especialmente o fígado, é necessário intervenção de cirurgião do aparelho digestivo. Outros tratamentos possíveis para o câncer da vesícula biliar são a medicação através de Gencitabina, fluorouracil, leuvocorin, tiaprina, capecitabina, oxaliplatina e bevacizumabe, além da radioterapia.

De realçar que a cirurgia não é indicada para todos os casos, já que o cirurgião do aparelho digestivo apenas intervém quando o estágio da doença não implica riscos para o paciente. O câncer da vesícula biliar apresenta uma taxa de mortalidade elevada devido à questão mencionada inicialmente de não apresentar sintomas evidentes e de os sintomas manifestados serem comuns a um sem número de outras patologias. Por esse motivo, cabe ao individuo e ao médico a diferenciação entre sintomas comuns e um sintoma particular que não encaixe em nenhum outro quadro clínico ou cuja probabilidade de se integrar no quadro de um câncer da vesícula biliar seja grande.

Como Prevenir o Excesso de Triglicerídeos

Você já deve ter ouvido a palavra triglicerídeo alguma vez. Mas o que é isso? O triglicerídeo é um lipídio transportado pelo sangue para o todo o corpo. Ele contribui para o transporte da gordura dos alimentos que comemos e a metabolização da energia. No entanto, quando está acima dos níveis recomendados, representam um grande risco para nossa saúde.

A pessoa que apresente um nível alto de triglicerídeos deve mudar seu estilo de vida cuidando da sua alimentação e praticando mais exercício físico. Ter uma taxa de triglicérides acima do normal representa um risco porque os triglicerídeos endurecem as artérias. Ao endurecer, o fluxo de sangue até o coração se prejudica, o que pode causar sérias consequências.

Devemos levar em consideração que os níveis normais de triglicerídeos são de 150 mg/dL. Caso uma pessoa apresente um resultado superior, deve buscar orientação médica. A situação pode se agravar ainda mais se o paciente também apresenta colesterol alto.

Com esses resultados, é necessário visitar um cardiologista e, segundo sua orientação, buscar também incorporar uma reeducação alimentar orientada por um nutricionista. É muito comum que um paciente com níveis excessivos de triglicerídeos tenha que seguir um tratamento com medicação específica, administrada por um médico especialista. Portanto, é muito importante que o paciente nunca deve se auto-medique ou deixe de buscar ajuda médica. Muitas vezes o excesso de triglicerídeos não apresentam sintomas, o que pode causar a falsa sensação de a pessoa está saudável.

Outras doenças como a diabetes, problemas no figado e obesidade podem agravar o quadro de um paciente que apresenta altos níveis de triglicerídeos. É necessário estar atento aos sintomas e também consultar-se com um endocrinologista se apresentar as doenças citadas.

Por que os triglicerídeos aumentam?

Os triglicerídeos aumentam de acordo com nossa dieta. Os alimentos ricos em óleo e gordura contêm grandes quantidades de triglicerídios. Além disso, nosso fígado também produz triglicerídios ao transformar o excesso de carboidratos e calorias em gordura.

Prevenção

A prevenção dos níveis excessivos de triglicerídeos depende de uma dieta balanceada e de exercícios físicos. As pessoas que incorporam esses hábitos à sua rotina apresentam níveis moderados de triglicerídeos.

As Causas e Sintomas das Varizes

As varizes podem aparecer em qualquer zona do corpo humano contudo, surgem mais frequentemente ao nível das pernas sob a forma de veias dilatadas e nodosas. Outros tipos de varizes comuns e localizadas em outras partes do corpo são as hemorroidas (no ânus), as varizes esofágicas (no esófago) e o varicocelo (no escroto). As pernas possuem dois sistemas de veias principais: as veias profundas que se localizam entre os músculos e as veias superficiais que são mais visíveis e recebem suporte dos tecidos envolventes.

Após a oxigenação dos tecidos das pernas, o sangue é recolhido pelas veias e bombeado para as veias no abdômen, que o devolvem ao coração. As válvulas existentes nas veias impedem o refluxo do sangue para o pé devido à força da gravidade. Estas válvulas têm que suportar uma grande coluna de sangue que por vezes se deteriora, provocando uma acumulação de sangue nas veias superficiais, tornando-as inchadas e nodosas.

As causas que podem contribuir para este cenário são a obesidade, alterações hormonais e pressão nas veias pélvicas durante a gravidez, alterações hormonais na menopausa e a permanência em pé durante longos períodos de tempo. As mulheres são mais afetadas do que os homens e o distúrbio tem uma sequência hereditária.

A idade é outro fator de que pode influenciar no aparecimento das varizes. Normalmente, o problema começa a aparecer na adolescência, quando a pessoa já tem uma predisposição genética para desenvolvê-lo. Nesse período, em que as mulheres apresentam maior carga de hormônio e os homens costumam crescer rapidamente, é comum perceber os primeiros sintomas. É muito raro identificar um caso de varizes nos bebês. Além disso, com o passar dos anos, o colágeno das veias diminui e a tendência é que elas se dilatem com mais facilidade.

As varizes causam uma dor intensa na área afetada e pode formar um edema nos pés e nos tornozelos e prurido cutâneo persistente. Os sintomas aliviam se a pessoa se sentar com as pernas elevadas. Em casos mais graves podem causar úlceras ou hemorragias e um angiologista deve ser consultado com a máxima brevidade.

O diagnóstico é simples bastando o paciente colocar-se de pé para que visualmente se constate o problema e o tratamento pode implicar a utilização de meias de descanso elásticas, caminhar regularmente, permanecer de pé pouco tempo e sentar-se com os pés elevados. Em casos mais graves poderá ser necessário realizar uma escleroterapia ou mesmo uma intervenção cirúrgica.

Abdominoplastia – Cirurgia Plástica de Abdômen

A abdominoplastia ou plástica abdominal é uma cirurgia plástica que visa corrigir a parede abdominal por via da remoção de gordura, excesso de pele e estrias, em suma, da flacidez acumulada na região do abdômen mais propriamente na zona umbilical.

Trata-se de uma cirurgia sobretudo direcionada para quem sofreu uma perda de peso muito acentuada podendo ser necessário corrigir elementos profundos ou superficiais musculares através da eliminação de excessos de gordura.

Existem dois tipos de abdominoplastia: A dermolipectomia clássica onde é trabalhado o abdômen anterior e a mini abdominoplastia onde se intervém somente na zona inferior do umbigo. As causas usuais para se recorrer a esta cirurgia, para além da já acima referida, são o excesso de depósito de tecidos gordos e, no caso particular da mulher, gestações consecutivas.

O procedimento cirúrgico passa pela realização de incisão em forma de semí circulo na zona acima dos pelos púbicos com anestenia peridural sendo que pode ser geral ou não, dependendo da decisão da equipa de anestesistas. Efetua-se o levantamento da pele para se proceder à remoção da gordura, costuram-se os músculos reto-abdominais para se criar uma cinta abdominal interna e estira-se a pele do abdómen superior até à cicatriz fazendo-se o acerto da posição do umbigo. Tem um tempo médio de duração de 2 horas e o tempo de internamento geralmente não ultrapassa os dois dias.

A abdominoplastia não deve ser confundida com um outro procedimento, a lipoaspiração, que é realizada unicamente quando se pretende remover excesso localizado de gordura localizada em pontos com textura e elasticidade propícios. De uma forma global, é um procedimento realizado por um cirurgião plástico sem riscos para o paciente e, naturalmente, é apenas destinado a doentes saudáveis sem quaisquer patologias documentadas. O pós-operatório não é particularmente doloroso recorrendo-se ao uso de analgésicos para combater o incómodo inicial sendo que o paciente poderá voltar a ter atividade controlada uma semana após a intervenção.

É necessário levar em conta que quando uma pessoa realiza uma cirurgia plástica no abdômen, ela necessita cuidados especiais no pós-operatório dentro e fora do hospital, tal como uma mudança em toda a sua rotina ou estilo de vida. Essas medidas são necessárias para alcançar os objetivos positivos desejados. Depois do período de recuperação, a paciente deve manter uma alimentação balanceada e prática de atividades físicas regulares.

Como Prevenir a Hipertensão Arterial

A hipertensão arterial, também conhecida como pressão alta, é uma doença cardiovascular em que a pressão arterial reflete a força que o sangue exerce nas paredes das artérias. Seu aparecimento está influenciado por fatores como a idade, o peso e o estado de saúde geral. A hipertensão arterial é uma doença silenciosa que pode manter o doente assintomático, ou seja, sem apresentar nenhum sintoma, durante vários anos até se manifestar.

O não controle da tensão arterial pode ainda dar origem a outras doenças cardiovasculares como sejam o acidente vascular cerebral (AVC) ou o enfarte agudo do miocárdio. A pressão arterial elevada pode provocar lesões em diversos órgãos como o cérebro, os olhos, o coração e os rins bem como em artérias de todo o corpo humano.

Apesar de na maior parte das vezes ser uma condição sem sintomas evidentes, a pressão arterial muito elevada pode provocar sintomas como a dor de cabeça, as tonturas, a fadiga e zumbidos nos ouvidos. O diagnóstico de hipertensão depende de forma direta das leituras efetuadas de pressão arterial como tal, é necessário que a medição seja regular e cuidadosamente medida.

Não se deve praticar exercício físico intenso, fumar ou ingerir bebidas que contenham cafeína pelo menos uma hora antes de medir a pressão arterial para evitar resultados incorretos e deve evitar falar durante a medição. Se a pressão estiver elevada deverão ser examinados os olhos, o coração e o sistema nervoso e se a observação não revelar indícios de hipertensão de longa data, deverão ser efetuadas mais leituras em dias distintos antes de se chegar ao diagnóstico definitivo.

Feito o diagnóstico, outros testes deverão ser feitos para se confirmar se a pressão arterial elevada causou lesões em algum órgão. Para se prevenir a pressão arterial elevada deve-se consultar periodicamente um cardiologista (pelo menos uma vez ao ano), fazer e exercício físico aeróbico, limitar a ingestão de sal e bebidas alcoólicas, ter uma dieta rica em frutos e vegetais, evitar fumar e ter um peso corporal equilibrado.

O tratamento pode implicar alterações no estilo de vida e medicamentos que permitirão um controle adequado da doença.

Conselhos para Prevenir a Demência na Terceira Idade

A demência é uma doença muito comum na população que atinge a terceira idade. As principais características dessa síndrome são: falhas de memória, distúrbio do sono, problemas psicomotores, dificuldade de realizar tarefas domésticas, desorientação, incapacidade de reconhecer situações de perigo, falta de raciocínio lógico, alterações muito bruscas de humor e passividade.

Contudo, algumas medidas simples, que podem ser incorporadas à rotina de qualquer pessoa, ajudam a prevenir essa doença. Hoje comentamos algumas dessas medidas:

  1. Para prevenir a demência na terceira idade, é necessário praticar atividades que estimulem o cérebro e o mantenham ativo. Como exemplo dessas atividades podemos citar: leitura de livros e jornais, contas matemáticas, redação, palavras cruzadas, xadrez, dama, etc. Praticar atividades como jogos de memória e sudokus também podem ajudar.
  2. É indispensável manter relações sociais para evitar a demência causada pela idade. Devemos interagir com outras pessoas, sejam elas familiares, amigos, vizinhos ou conhecidos. Conviver com outras pessoas em situação parecida à nossa e com gostos comuns também é uma boa maneira de manter o cérebro ativo. Reunir-se com amigos em clubes e eventos sociais é muito positivo.
  3. Especialistas recomendam criar hábitos e ter uma rotina. Estabelecer horários fixos para realizar atividades diárias não só ajuda a manter o corpo ativo como também a memória.
  4. Apesar de não ser tão clara a relação entre o exercício físico e a demência na terceira idade, está comprovado que praticar atividades físicas regularmente gera benefícios para o corpo e a mante. Através do exercício, o cérebro se oxigena e contribui para o rejuvenescimento das células. Este proceso retarda o aparecimento de problemas motores.
  5. Por outro lado, alguns estudos demonstram que pacientes que sofrem de demência geralmente necessitam ingerir certas vitaminas, especialmente as vitaminas do complexo B, como B6, B9 (ácido fólico) e B12. Por isso, ter uma dieta equilibrada e rica em vitaminas deste tipo oferece vantagens no combate contra a demência na terceira idade.
  6. Por último, não poderíamos esquecer de citar que o médico é a melhor pessoa para aconselhar-nos sobre a prevenção da demência na terceira idade. Além disso, também é o profissional capaz de reconhecer outras doenças degenerativas que possam impactar a capacidade cognitiva na terceira idade.