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Pilates? Para Quê?

Não dá pra negar, vivemos num tempo onde a vaidade tem andado muito valorizada e vem sendo estimulada, além do que estávamos acostumados a ver. Homens e mulheres passaram a frequentar várias academias pelo país buscando, não apenas a saúde, mas a perfeição física (de acordo com seus próprios conceitos de perfeição e beleza). Na verdade, para algumas pessoas, o único objetivo da malhação é esculpir o corpo, sendo que a saúde é uma consequência secundária. E quando ela é prejudicada pelo excesso de exercícios… bem… “ossos do ofício”.

A atividade mais praticada, obviamente, é a musculação, que apresenta resultados bastante visíveis num tempo menor que outras modalidades. E é aí que o pilates acaba ficando pra trás, sendo visto como um tipo de exercício de impacto mais baixo e pouca eficiência para atingir esse tipo de objetivo. Os estúdios de pilates para gestantes costumam ter seu quadro de horários sempre cheios, mas quando se trata do pilates em si, como forma de cuidar da saúde… nem sempre. Por que?

“É muito fraco!”

Todo mundo já ouviu falar de pilates, mas poucos buscaram saber seus detalhes. Devido a essa falta de informação mais completa, é muito comum que as pessoas julguem esta modalidade como “fraca”, de “baixo impacto”, “resultados lentos” e até mesmo “ineficaz”. Dependendo do objetivo destas pessoas, estes pensamentos não estão de todos errados, pois o pilates realmente não trabalha com aqueles pesos enormes das academias. Os aparelhos usados num estúdio dessa modalidade trabalham, principalmente, com o peso da pessoa em exercícios realizados lentamente e de maneira controlada por um fisioterapeuta. São muitos exercícios de alongamento e a maioria deles não objetiva a hipertrofia, ou seja, o aumento do volume muscular (algo que tantos homens e mulheres desejam hoje em dia).

Quanto ao impacto, de fato, no pilates não existe. Os movimentos são mais fluidos, lentos e sem “explosões” ou saltos. Por causa disso, os resultados demoram um pouco mais a aparecer no corpo, dando a impressão de que a modalidade não tem eficiência para esculpir o corpo. Ao menos, não como a musculação consegue fazer. Então, pra que fazer pilates se ele não faz nada?

Ledo engano

Faz sim. Cada pessoa busca o pilates por uma razão. Uma mulher grávida busca um profissional de pilates para gestantes visando fortalecer seu corpo para as diferentes fases da gestação, se preparando para o parto; alguém com problemas ortopédicos o busca para fortalecer articulações e musculatura em movimentos específicos para determinado caso. Esportistas podem procurar pelo pilates para corrigir a postura.

Todavia, é importante frisar que esta modalidade esportiva promove grandes mudanças no organismo. Ainda que não aparente, os movimentos lentos e controlados promovem o fortalecimento muscular de maneira inegável! E músculos mais fortes interferem nas estruturas ao seu redor, fazendo com que elas se alinhem de maneira mais correta no organismo. O resultado, ao longo do tempo, é um contorno corporal mais definido, tanto pelo fortalecimento muscular, quanto pelo realinhamento da postura, que tem um reflexo global na aparência do indivíduo.

“Mas é bom pra marombar?”. É, pra isso, o pilates não foi feito. Os objetivos dos exercícios não é hipertrofia (como já dito antes), nem o emagrecimento. Entretanto, pessoas sedentárias e que estejam acima do peso podem iniciar seu programa de emagrecimento pelo pilates, fortalecendo articulações e musculatura antes de entrar em uma academia. Isso ajuda a prevenir lesões sérias causadas pelo sedentarismo e súbitas mudanças de rotina.

Leia mais sobre o pilates! Você provavelmente vai achar uma boa razão para se matricular.

Cárie: Um Problema de Saúde Pública

Por volta de 30 anos atrás, boa parte da sociedade, quando criança, ficou acostumada a comer muitos doces, carnes e escovar pouco os dentes. A crise econômica e o ruído de informações sobre o assunto foram os dois principais propulsores dessa “cultura não asséptica”. Ao passar do tempo, esse racha informativo e acionário foi se apaziguando. As gerações atuais cuidam mais de sua arcaria dentária, indo assiduamente aos consultórios odontológicos e usando instrumentos de maior eficiência como fios dentais, enxaguante bucal, pastas de dentes específicas, entre outros. Contudo, existe ainda uma discrepância muito grande na coletividade brasileira para o tratamento dentário. Vários cidadãos não sabem qual a consequência de adquirir uma cárie se ela não for tratada. Alguns, se “jactam”, ilusoriamente, dizendo que nunca contraiu nenhum problema nos dentes. Profunda enganação.

A peste bubônica do século 21. Mais traiçoeira e covarde

Segundo uma pesquisa realizada pelo tutor Wagner Marcenes, catedrático da Universidade Queen Mary, em Londres, cerca de 2 bilhões e 400 milhões de pessoas no mundo todo sofrem da cárie. Nela, também se constata a indolência por parte de muitos cidadãos, que não buscam alternativas para tratar o problema, muito menos diagnostica-lo. Essas ações ratificam as estatísticas, onde alarma o forte crescimento de indivíduos que detém a complicação na fase adulta, sendo que ela é normalmente observada com acréscimo na idade juvenil. Um exemplo claro que podemos observar no cotidiano desse apontamento é o número de consultas para tratamento de canal feita nos recintos dentários.

Em uma média de 10 atendimentos, 6 são direcionados para essa área. Metade dos casos já chegam com deterioração plena dos dentes, tendo que arranca-los para suprir a dor do paciente. Aparelhos como o motor de endodontia agiliza esse processo, sem maiores sofrimentos a pessoa. Todavia, as consequências de uma simples cárie pode ser bem maior do que a perda de um dente. A organização Aliança para um futuro livre de cárie enaltece os problemas que a falta de cuidado com a doença podem causar na vida da pessoa. Complicações cardíacas e diabéticas, além de mal-estar, bacteriemia (bactérias na corrente sanguínea) e inchaço são as principais consequências do mal cuido da mazela.

Simples ações podem fortalecer uma vida

Para chegar a uma erradicação da enfermidade, várias empresas do ramo odontológico e dentistas buscam desenhar estratégias comunicacionais visando atentar o cidadão com o cuidado dos dentes. Uma das principais indicações é o desenvolvimento diário e cultural da escovação dentária. Para os profissionais do ramo, escovar os dentes de maneira correta, esfregando-os com calma, leveza, sem machucar a gengiva, usando o fio-dental logo após para tirar os resíduos restantes e finalizando o processo executando bocejos com enxaguantes bucais é fundamental para o fim dessa moléstia.

Os Paletes de Madeira e Seu Uso Sustentável

Efeito estufa, aquecimento global, mudanças climáticas, crise hídrica e desmatamento são temas diariamente ouvidos e debatidos na sociedade. Todavia, muitos se perguntam da onde se originou tantos problemas de origem natural no mundo? Para alguns, essas mudanças são decorrentes de ações divinas, podendo ser o início do apocalipse. Contudo, a maioria acredita e estuda a versão relatada pela ciência, na qual diz que as ações irracionais cometidas pelo homem contra a natureza são as grandes causadoras de tantas metamorfoses.

O crescimento da ambição do ser humano e a falta de parceria com o meio ambiente ocasionou um enorme ruído comunicacional entre os dois polos, dinamizando uma “guerra” pela sobrevivência. Além do emparceiramento rompido, essa atitude gerou uma ruptura social sem precedentes entre a sociedade global, separando o clã dos ricos (composto por apenas 4% da população mundial) e pobres. Porém, uma ação tomada por uma ONG em São Paulo busca anexar, ao mesmo tempo, sociedade e natureza num mesmo caminho de união e alegria, construindo espaços públicos em lugares pouco habitados por pessoas com retalhos de materiais, como paletes de madeira.

Boas ideias geram maiores sorrisos

A organização não-governamental Instituto Mobilidade Verde decidiu instituir em espaços da cidade de São Paulo recintos chamado parklets, que visa estimular a convivência humana no meio da selva cinzenta e atemporal, anexando construções sustentáveis e contatos afáveis, quebrando o ritmo frenético de atividades que a região impõe. Um dos lugares onde o projeto foi instituído e obteve sucesso rápido foi nas adjacências da avenida Paulista, próximo do conjunto nacional, centro do coração bandeirante. Nos dois quilômetros da passarela econômica paulistana, onde passam 1 milhão e 500 mil pessoas por dia, não existe nenhum banco para se sentar. Os ambientes de contubérnio se restringem a lugares enclausurados, como restaurantes, shoppings e livrarias. Todavia, o pedido para a abertura de lugares abertos e confortáveis para seus transeuntes era clamado há 10 anos.

Analisando essas reclamações e verificando o quanto egoísta as pessoas vem ficando ao longo dos anos, por conta da falta de tempo e espaço para simples convívios, um grupo de arquitetos, ambientalistas e empresários do ramo imobiliário resolveram investir nessa ação e mostrar que o tema sustentabilidade não está envolto somente no meio ambiente, mas em qualquer ação humana. Todavia, o influxo mais inteligente desse grupo foi mostrar em um simples projeto que homem e natureza podem conviver em união e paz. Construir lugares com paletes de madeira novos e usados, mesclando plantas e um ótimo desenho arquitetônico para o conforto do cidadão, triunfou a ideia, fazendo ela se pulverizar para outras regiões. Até o momento, existem 6 parklets na cidade e até o final do ano esse número deve saltar para 36.

Em suma, desde a primeira revolução industrial, realizada na Inglaterra, no século XVIII, não existia uma preocupação tão evidente com a proteção dos recursos naturais como atualmente. A inquietação cresceu e se tornou evidente ao observarmos a degradação da natureza e associa-la ao dia a dia da sociedade. O desenvolvimento de ambientes que liguem o progresso da união humana com a consciência de zelo pela natureza são necessários para o mundo se salvar do colapso.

Absenteísmo, Epis e Você – Tudo a Ver

Quando chegamos em nosso ambiente de labuta e se preparamos para iniciar o dia trabalhando, uma série de normas são aplicadas antes desse acontecimento. Dependendo do lugar, as regras aplicadas são distintas e variam de figura. Elas podem acampar uma área comportamental, profissional ou as duas ao mesmo tempo, como acontece na maioria dos casos. Além disso, a troca de informações pode conter vertentes distintas.

Em um lugar administrativo, onde os objetos são computadores, impressoras e livros, a conversa poderá ser voltada ao uso racional das máquinas, a atenção 100% focada no trabalho, sem nenhuma adjacência, como acessar redes sociais e falar ao telefone. Já em um recinto manufaturado, voltado para a produção de produtos, a primeira, e possivelmente, última conversa antes do início das atividades é o uso correto dos epis. Contudo, ultimamente, esse papo não vem tendo muito efeito.

Eventualidades da vida fabril alarmam o perigo da segurança

Em alguns relatórios internos divulgados por específicas fábricas automobilísticas, o índice de absenteísmo chega a estarrecedores 24% ao ano (média de 2% ao mês). Os critérios analíticos incorporados pelas companhias são distintos, mas em boa parte os componentes avaliados são lineares, como faltas decorrentes de atestados médicos externos/internos, acidentes de trabalho, pedido do banco de horas (BH) por parte do colaborador e supressões injustificáveis.

As duas últimas contêm o menor índice de absenteístas (por volta de 3,5% ao ano). Atestados médicos e acidentes de trabalho praticamente se equivalem na disposição dos números (11,5% e 9%). Porém, se analisarmos os motivos de 100% dos atestados, quase 2/3 são oriundos de problemas causados dentro da companhia. Alguns julgam que eles são originários do excesso de trabalho aplicado, outros preferem esconder o real problema, deixando de falar a causa ou dizendo motivos inexistentes.

Lapsos na interlocução é a distância que separa a alegria do sofrimento

Certas companhias cometem falhas graves na distribuição dos epis. As justificativas são enormes. Algumas, não tem verba o suficiente para angariar a compra de uma demanda grande. Outras fazem de maneira errônea (ou não implementam) a comunicação correta de como deve se usar determinado equipamento de proteção individual e sua manutenção. Mas existe também a terceira alternativa, que é a falta de comprometimento do colaborador com a aplicação correta de seu uso.

Muitas pessoas acabam ficando decepadas por conta de ruídos comunicacionais, que acaba sendo um dos geradores de descontentamento em uma empresa. Trabalhadores que perdeu olfato, dedo, mão, pé, ficou surdo, mudo, cego têm aos montes para virar exemplo.

Conclusão do Caso

Em suma, o que deve ser feito é a realização de palestras, pegando exemplos como esses e mostrando ao colaborador que os epis são feitos e foi ratificado na CLT para assegurar o funcionário de qualquer imprevisto que ocorrer no ambiente de trabalho. Uma boa empresa quer ver seu colaborador chegar sadio em seu posto de labuta e sair dele da mesma forma.

Haja Saúde pra Tanta Curva!

Adoro viajar. Se tem uma coisa que realmente adoro é viajar por aí – aliás, quanto mais longe, melhor! Isso (gostar de viajar) eu aprendi com o meu pai; já com a minha mãe (que detesta), eu aprendi a andar sempre prevenida. Desde pequena, carrego comigo uma bolsinha cheia de remédios, muitos dos quais eu nunca precisei, graças a Deus. Mas eu ficava tranquila de saber que eles estavam lá se eu precisasse um dia – ou se algum companheiro de viagem precisasse; vai saber.

Quem abrisse a tal bolsinha encontraria lá: curativo, mertiolate, dramin, remédio pra dor de cabeça, remédio pra cólica menstrual (mas que servia pra outras dores de barriga também), até um antialérgico! E eu era rígida com o controle deles: antes de acabarem, eu já providenciava mais uma cartela, e quando a data de validade estava próxima, eu tratava de comprar outro novo. Vigiava como se trabalhasse num posto de saúde! Até que um dia decidi que era bobagem continuar com aquele hábito e, numa viagem à praia, deixei a bolsinha pra trás. Ah… pra quê…

O drama da Serra do Mar

Estávamos indo a Ilha Bela, pra uma chácara muito simples e gostosa dos pais de um amigo nosso. Quando cheguei sem minha bolsinha (que ia no eu colo em todas as viagens), até estranharam! “Ué, cadê a farmacinha?”. Ninguém acreditou quando falei que tinha deixado pra trás de propósito e me acusaram de ter esquecido sem querer. Eta fama!

E lá fomos. Como não era feriado nem qualquer outra época em que mais da metade da população de São Paulo foge da cidade, não encontramos aquele trânsito travado de todo feriado no jornal das oito. Dessa vez pegamos estradas com o trânsito normal de um dia comum de trabalho. O carro era confortável, forte e muito bom de curva, então vencemos o primeiro trecho rapidinho. Mas quando chegamos à descida da serra… eu quis morrer.

Ah, Senhor, por que não fomos num fusca? Ou então por que não fomos a Minas? PRA QUÊ TANTA CURVA, MEU DEUS?? Eu não me lembrava da descida da Serra do Mar, com aquela sequência interminável de curvas que jogam a gente pra um lado e pra outro por meio século! Como o carro era bom de curva, o motorista (aquele safado) foi um pouco mais “generoso” com a velocidade e barbarizou na descida. O pessoal achou muita graça mas eu… coitada de mim… estava verde e com os olhos girando em todas as direções. Nem a beleza da serra me distraía!

Meia hora de terror

“Chamei o Raul” tantas vezes que acho que até escutei a voz dele mandando eu ficar quieta! O pessoal achava graça até a segunda vez mas, quando pedi pra parar pela terceira vez, começaram a ficar incomodados. Aquela viagem ia demorar mais tempo pra terminar do que haviam planejado porque a doida resolveu se revoltar contra os remedinhos e passar mal o trecho todo.

Por fim, o motorista já estava indo mais devagar, na tentativa de evitar novos enjoos. A verdade é que não passaram: enjoei até chegarmos no fim da serra, quando as curvas terminaram e a estrada ficou mais branda. Paramos num restaurante de beira de estrada mais arrumadinho pra eu me recompor. Joguei uma água na cara, arrumei o cabelo (quando a gente passa mal, até o cabelo desgrenha, é impressionante) e tentei colocar alguma coisa no estômago pra dar uma energia. Ficamos ali quase uma hora inteira, mas funcionou: conseguimos seguir viagem até o fim. Ah: e com um dramin que comprei naquele restaurante (esse povo adivinha do que os viajantes precisam?).

Não sei se foi pelo cansaço dos enjoos ou se foi só pelo efeito do remédio, mas o fato é que dormi até chegarmos à balsa. Como perdemos o horário, tivemos que esperar uma duas horas a mais ali no cais. Achei ótimo! Dormi esse tempo todinho. E depois, quando a balsa chegou e nós embarcamos, dormi durante toda a travessia. E mais ainda depois que chegamos à chácara, o que matou o pessoal de raiva porque não queriam ir à praia e me deixar sozinha daquele jeito. Resumindo: estraguei FEIO o primeiro dia, e só porque resolvi deixar minha bolsinha de remédios pra trás!

Moral da história? Isso aconteceu há mais de dez anos e, até hoje, não largo minha “farmacinha”. Vai que…?

Brasil – O País que Não Respeita Deficientes

Quando uma mãe projeta ter um filho, ela sonha que seu bebe nasça com saúde e estrutura física plena. Porém, em alguns casos, não é bem isso que ocorre. A vida prega surpresas e desafios de variáveis proporções, como a inserção de deficiências na vida do novo ser.

Mas, vamos pressupor que a criança tenha nascido saudável. Mas, em algum percalço de sua caminhada, sofra algum acidente ou adquira certa enfermidade, ocasionando amarguras. A incitação começa a rodear a pessoa, se transformando na grande válvula motivacional de existir.

Algumas famílias, ao ver essa situação, começam a entrar em apuros. Mais à frente, buscam objetivar soluções para sair dessa crise. Aos poucos, despertam para a realidade e vivenciam ela com naturalidade. Todavia, uma pergunta fica pairando no ar: Porque, antes de ter um filho, a mãe não deseja tê-lo com sequelas ou que ele nunca adquira limitações ao longo da vida?

Uma resposta básica responde esse questionamento: Não querer observa-lo sofrendo. As justificativas desse padecimento são inúmeras, como assistir ao desenvolvimento do filho sem necessitar de ajudas paralelas ou não querer vê-lo sendo repudiado na hora da socialização. Mas será que só essas justificativas são válidas? A construção delas não parte de uma vertente administrativa e cultural? Muitos desses desejos são construídos pela própria coletividade.

A urbanização falsa corre nos sangues tupiniquins.

Segundo dados do instituto brasileiro de geografia (IBGE), aproximadamente 45 milhões e 600 mil pessoas desenvolvem algum tipo de deficiência no Brasil. Esses números correspondem a quase um quarto da população (23,91%). Por ser um volume alto de cidadãos, a socialização deveria ser conciliatória. Porém, essa ação não acontece como o imaginado.

Problemas de locomoção urbana, falta de espaços públicos e privados exclusivos para deficientes, desrespeito contra a pessoa necessitada, criação de preconceitos são alguns dos vários problemas observados diariamente no Brasil. O país anda em “marcha lenta” quando o assunto é acessibilidade, bem diferente de outras nações.

Em países como Canadá e Estados Unidos, os deficientes são cada vez mais associados ao ritmo das cidades. É comum, nessas localidades, um cidadão ir a determinado restaurante e encontrar garçons surdos e mudos atendendo. Em outras ocasiões, essa ação seria vista como impensável ou oportunista. Entretanto, o funcionamento dessa ideia, atualmente, ratifica a diferença entre países de pensamento desenvolvido para os subdesenvolvidos. Mas, algumas intervenções no Brasil buscam mudar esse paradigma.

Soluções são propostas, mas a ajuda governamental nunca aparece.

Várias redes hoteleiras, resorts e empreendedoras imobiliárias estão desenvolvendo projetos com o objetivo de construir espaços inteligentes para deficientes. Apartamento adaptado para cadeirante, inserção de rampas para locomoção, posicionamento correto de corrimãos são algumas das novidades confeccionadas.

Porém, a forte burocracia somada com altos preços interrompem boa parte das edificações. Muitas empresas reclamam e pedem maior atenção das autoridades competentes para mudar esse quadro alarmante e vergonhoso. Mas a resposta quase nunca vem e a falta de incentivos para elevar essas iniciativas são frequentes.

Conclusão do fato:

Em suma, enquanto o Brasil for administrado por pessoas que pensam no seu próprio ego, esquecem de olhar para seus eleitores e ratificam, direta ou indiretamente, o racha social, dizendo que pessoas deficientes são especiais, seremos um país de pensamento e atitude subdesenvolvida. Elas são tão iguais e normais como aqueles que andam com as duas pernas, comem com as duas mãos e pensam como verdadeiros ignorantes boçais.

A Interatividade Digital e Seu Avanço Supersônico

Quando o mundo tinha como canal de comunicação a famosa carta levada por navios, cavaleiros e “pombos-correios”, a interação entre um ser humano e outro era feita por singelas frases descritas através de penas.

Com o passar dos séculos, a relação entre duas pessoas distantes foram ganhando novos meios interlocutórios, como jornais e outros meios impressos. Porém, a partir do século 18, uma nova fase comunicacional foi instaurada e o elo entre os cidadãos de todo o mundo mudaria significativamente.

A criação do rádio e telefone aproximou a coletividade mundial, desenvolvendo novos canais de convívio e ajudando na dispersão de informações. A primeira guerra mundial foi um grande auxiliador para o desenvolvimento de novas ferramentas em torno dessas invenções.

Outros eventos subsequentes como a segunda guerra mundial e o confronto entre Estados Unidos versus Rússia impulsionaram outros adventos tecnológicos, como a invenção do computador e telefone portátil (celular). Nos anos 90, a internet acabou sendo criada e transformando o elo comunicacional do mundo.

Nos dias de hoje, ninguém mais imagina mandar cartas ou usar-se de outros meios para se comunicar com teu próximo. Todavia, a busca incessante de informação e o crescimento da interatividade entre pessoas de todo o mundo imprime o avanço contínuo e necessário de novas tecnologias.

Conforto e praticidade, características exigidas pelo homem moderno.

A associação brasileira de telecomunicações divulgou em sua última pesquisa o aumento de pessoas que teve acesso a internet banda larga. Em 2014, 192 milhões de brasileiros usaram desse atributo, 44% a mais em comparação com 2013. Nos últimos 10 anos, esses números evoluíram nove vezes mais, com crescimento de, aproximadamente, 2000%.

Várias empresas, observando essa alta, resolveram investir nessa área. A disputa por cada cliente é intensa. Corporações como Telmex, Vivo, Vivendi, Algar, entre outras resolveram criar produtos nesse departamento. Programas como Net Virtua, speedy, GVT estão entre os mais disputados e angariados pela sociedade.

Muitos requisitos são pedidos para a obtenção desses produtos, como qualidade na distribuição de rede e a manutenção e comprovação da sua velocidade. Existem casos onde falhas estruturais danificam a redistribuição da internet.

Regiões muitos afastadas, bastante montanhosas ou localizadas em redutos altamente arborizados sofrem com constantes quedas na internet banda larga. Alguns especialistas dizem que o seu avanço vem sendo lento por empecilhos logísticos do próprio país, mas tais obstáculos estão sendo superados.

O ajuntamento do povo em torno do convívio cibernético.

Algumas comunidades desenvolveram estratégias tentando captar o prolongamento das fibras óticas realizadas pelas empresas de comunicação digital. Ações como abaixo-assinado, requerimento judicial e envio de solicitações para as companhias e administrações públicas são realizadas costumeiramente por aqueles que necessitam de tal engenho.

Hoje em dia, apenas 35% das localidades brasileiras tem acesso a rede banda larga. Sua maior concentração se fixa na região sudeste, abrangendo mais de 13 milhões e 500 mil pessoas. Já no norte, esses números caem para menos de 650 mil, quase 14% da população local. As empresas sabem da necessidade de desenvolver a tecnologia digital nesses lugares, mas reafirma que as dificuldades existem, porém, o trabalho não vai parar.

Conclusão do caso:

A internet banda larga, em suma, tem uma gama de produtos cada vez mais crescente no mercado brasileiro. Porém, a questão da qualidade e confiabilidade do plano vem sendo cada vez mais julgado e cobrado pelos clientes. Regiões onde o avanço das fibras óticas vem acontecendo de forma lenta estão cobrando fielmente empresas e governos para o desenvolvimento continuo e rápido dessa tecnologia em suas localidades. Todos querem participar do mundo cibernético e serem reconhecidos como verdadeiros cidadãos do mundo.

Ambiente Doméstico: Da Segurança para o Risco

Sexta-Feira, 6 horas da manhã. O sol nasce sobre milhões de pessoas. Mais um dia amanhece, e junto com ele, as novas e velhas atividades. Acordar, levantar, tomar café da manhã, se banhar, escovar os dentes, vestir a roupa, criar coragem e encarar mais um capítulo vivo da história.

Durante o passar das horas, várias atividades surgem para a concepção desse roteiro pontual. O primeiro bom dia nunca é o mais verdadeiro. Junto com ele, vem a golada inicial de café e o início do suor colaborativo. A camisa começa a emanar odores exaustivos de dedicação, ou não.

Horário de almoço é a famosa hora da fofoca. Comer devagar? Nem pensar. O tempo urge, e o dinheiro não espera garfadas cheias de arroz e feijão. A correria se intensifica, dessa vez em torno dos minutos finais da labuta. O número de atividades dobra, as pernas, o raciocínio corre mais que os centésimos de segundos do big-ben. Até que chega a grande hora.

O humor carrancudo muda radicalmente para um sorriso de criança. O trabalho é coisa do passado, agora a casa é o destino mais desejado e visto como seguro. Porém, para chegar até lá, novos percalços surgem. E a habilidade, somada com a fantasia do relaxamento mental e corpóreo impulsiona a todos.

A abitolação do mundo externo cega a sagacidade interna

Ao chegar no lar doce lar, o estresse abaixa. As correntes sanguíneas desincham e o momento do suspiro chega. Horas depois, os pensamentos sobre o dia norteiam variadas ações. E uma pergunta paira: Como consegui superar tudo isso? Sou um “super-homem”! Logo a seguir, na rapidez de atender um telefonema na sala, o cidadão escorrega na escada, quebra a perna e perde o dia e algumas semanas.

Ou seja, em apenas um instante, dentro de sua casa, considerado o lugar mais seguro, para ele, do mundo, toda a luta de um dia, no seu trabalho, se transforma em dor e raiva por semanas.

Na debandada do dia a dia, as percepções em torno dos desafios que encaramos costumeiramente são exatas e cristalinas. Junto com elas, os pensamentos sobre a falta de segurança e estrutura para superar esses obstáculos enfatizam e emerge nossos triunfos. Contudo, essa mesma visão aplicada externamente não é sequer vista dentro de nossos domicílios, principalmente na questão da segurabilidade.

Elementos mostram que se sentir seguro em casa vem sendo uma missão bem difícil de conquistar

Segundo dados do ministério da saúde, acidentes com lesões não intencionais são as principais causas de óbito em crianças de um a 14 anos no Brasil, tendo uma média de 5 mil mortes e 110 mil hospitalizações. Com a classe idosa, os números não fogem muito.

O sistema único de saúde (SUS) declarou que, aproximadamente, 1/3 dos motivos de consultas clinicas realizadas por idosos no brasil (acima de 60 anos) são oriundos de lesões traumáticas, sendo que 75% delas ocorrem nas residências.  Alguns médicos explicam que ações simples diminuiria, consideravelmente, esses dados.

Um exemplo seria a inserção de chapas xadrez na concepção dos degraus em uma escada. Além de ser um produto resistente, ela detém um relevo antiderrapante, diminuindo o desenvolvimento de um possível acidente no subir e descer dos estribos.

Conclusão do Caso

O verdadeiro “super-homem”, em suma, deve ser a pessoa que não se cegue para possíveis problemas internos de sua residência. A segurança, externamente, está abalada e pouco garantida na maioria dos lugares. Todavia, não adiantar ter um olhar tão criterioso fora de seus domínios e não conseguir observar os devaneios intrínsecos. O herói sempre se salva antes de proteger os outros.

Artrose – Um Problema que Assusta os Brasileiros

Dor, todo mundo tem. A maioria tem cura, mas outras não. Por essa razão, grande parte dos brasileiros se preocupam quando qualquer sintoma que emita algum incomodo aparece no corpo. Perguntas surgem na cabeça da pessoa e a síndrome do medo reina na mente do indivíduo. Da onde veio, porque surgiu, qual é a cura são os questionamentos mais corriqueiros, principalmente para dores musculares.

Dor, todo mundo tem. O problema são as sequelas.

Um dos problemas que mais afeta a saúde dos brasileiros são as chamadas “dores nas juntas”, conhecida como artrose. Ela é responsável pela limitação física de boa parte da população, principalmente a mais idosa. Sua localização ocorre em áreas onde ocorre uma junção de um osso com outro, criando uma articulação (por isso é popularmente conhecida como junta).

A artrose é um problema degenerativo e não tem cura. Sua causa, na maioria das vezes, é oriunda de excessos, na hora de trabalhar, comer, se exercitar, etc. Boa parte da sociedade pensa que essa enfermidade é como se fosse um “carma” a ser carregado, mas existem medicamentos, como o artrolive, e tratamentos, como pilates, que conseguem policiar o achaque.

Básicas atitudes inibem o surgimento da doença.

Quando uma pessoa, que não tem artrose, vai se exercitar, ou trabalhar, é necessário que ela faça um alongamento preciso antes de iniciar suas atividades. O corpo, quando levanta, está frio, duro. As articulações se encontram da mesma forma. Por isso, fazer 15 minutos de caminhada por dia e separar 10 minutos antes do afazer para alongar as conexões do corpo são vitais para um dia relaxante e sem dores.

Outro ponto importante que deve ser mencionado para os cidadãos que tem ou não artrite é a alimentação. Comer o suficiente, caminhar bastante ou realizar atividades aeróbicas, buscando queimar as calorias do alimento ingerido é muito importante para não criar um sobrepeso para as articulações e desgasta-las mais rapidamente.

Associar medicina com exercícios é a chave do sucesso.

Contudo, o indivíduo que tem artrite não precisa se desesperar. Atrelado a exercícios diários e leves, medicamentos poderosos existem para diminuir a intensidade da dor, como o artolive. Sua embalagem pode ser comprada em formato de capsulas, composto por 15, 30 ou 90 módulos, ou no modelo granulado, contendo 7, 15, 30, 60 ou 90 saches. Teu objetivo é estancar a dor pontualmente. Porém, o efeito do remédio se prolongará caso a pessoa siga uma norma saudável na alimentação e atividades físicas.

Sair da mesmice e vislumbrar novos horizontes, algo que todo mundo deverá fazer um dia.

A artrite, em suma, é um problema transgressor de ações passadas que desgastaram em excesso determinadas articulações do corpo. Mas a enfermidade em si não precisa desesperar ninguém, basta mudar alguns hábitos sedentários, e começar a viver com maior harmonia e alegria, sem necessitar maiores transtornos. Mudanças são necessárias, sempre pra melhor!

O Que os Diretores Executivos Devem Saber Sobre GRC

A maioria dos Diretores Executivos enfrenta problemas de aceitação com ferramentas de Gerenciamento do Relacionamento com Clientes. Isso, por sua vez, assegura que o impacto das ferramentas de Gerenciamento do Relacionamento com Clientes seja significativamente reduzido. Hoje abordaremos como um Diretor Executivo pode garantir que as ferramentas de Gerenciamento do Relacionamento com Clientes baseadas em software ou na web possam fomentar uma aceitação mais rápida entre funcionários.

O sistema de GRC deve ser fácil de entender, aprender e operar

As ferramentas de Gerenciamento do Relacionamento com Clientes baseadas em software ou na web podem ser personalizadas para atender às necessidades de qualquer empresa. No entanto, a maioria das empresas não efetua bem a personalização. Isso faz com que as ferramentas de Gerenciamento do Relacionamento com Clientes sejam extremamente difíceis de utilizar para a força trabalho.

Ao comprar ferramentas de Gerenciamento do Relacionamento com Clientes, como Diretor Executivo, garanta sempre que os módulos selecionados são extremamente fáceis de utilizar, aprender e compreender. Ao assegurar isso, a aceitação do sistema de Gerenciamento do Relacionamento com Clientes será muito mais rápida e fácil, e você não enfrentará qualquer relutância por parte dos funcionários na utilização do mesmo.

O sistema de GRC deve se concentrar mais em automação e no aumento da produtividade

As ferramentas de Gerenciamento do Relacionamento com Clientes são concebidas para melhorar o aspeto de atendimento ao cliente. No entanto, a maioria dos Diretores Executivos ignora o aspecto dos funcionários. Qualquer ferramenta de Gerenciamento do Relacionamento com Clientes baseada em software ou na web deve incluir módulos que automatizem tarefas tais como chamadas não solicitadas, configuração de lembretes, atualização de informações de contato, acompanhamento de solicitações de serviços, etc.

Ao se concentrar na automatização de tarefas manuais, as ferramentas de Gerenciamento do Relacionamento com Clientes fazem com que a força de trabalho se concentre em aspetos tais como o aumento da conversão de perspectivas de vendas, melhoria de processos, e melhoria de serviço, os quais afetarão os objetivos da sua empresa de forma significativa.

O sistema de GRC deve fornecer um processo melhor de geração de perspectivas de vendas

A geração de perspectivas de vendas através do seu departamento de marketing é uma das principais tarefas de qualquer Diretor Executivo. No entanto, também se torna importante entender o impacto das suas atividades de geração de perspectivas de vendas. As ferramentas de Gerenciamento do Relacionamento com Clientes fornecem módulos que proporcionam relatórios detalhados sobre o número de perspectivas de vendas geradas pelos diversos canais. Esses relatórios são gerados automaticamente e você pode analisá-los a qualquer momento.

Esses relatórios irão mostrar ao Diretor Executivo o canal com o melhor desempenho e o canal com o pior desempenho. Ao utilizar esses dados, você pode aumentar o desempenho em todos os canais, aumentando assim o número de perspectivas de vendas que fluem para a sua equipe de vendas.

O sistema de GRC deve fornecer um relatório detalhado sobre o desempenho de cada membro da equipe

Por fim, o fator mais importante em fazer com que a sua equipe aceite um sistema de Gerenciamento do Relacionamento com Clientes (como por exemplo www.webcrm.com/pt) é permitir que a mesma e o seu departamento de gerenciamento verifiquem o desempenho de cada funcionário com o clique de um botão. Isso pode ser o número de perspectivas de vendas convertidas, volume de atividades comerciais geradas, número de problemas resolvidos no primeiro nível, número de solicitações de serviços processadas com sucesso, etc.

Todos os dados fornecidos pela ferramenta de Gerenciamento do Relacionamento com Clientes incutirá transparência na avaliação do desempenho de qualquer indivíduo – http://www.webcrm.com/pt/crm/features. Quando sua equipe perceber isso, a aceitação do sistema de Gerenciamento do Relacionamento com Clientes ficará muito mais fácil.