Absenteísmo, Epis e Você – Tudo a Ver

Quando chegamos em nosso ambiente de labuta e se preparamos para iniciar o dia trabalhando, uma série de normas são aplicadas antes desse acontecimento. Dependendo do lugar, as regras aplicadas são distintas e variam de figura. Elas podem acampar uma área comportamental, profissional ou as duas ao mesmo tempo, como acontece na maioria dos casos. Além disso, a troca de informações pode conter vertentes distintas.

Em um lugar administrativo, onde os objetos são computadores, impressoras e livros, a conversa poderá ser voltada ao uso racional das máquinas, a atenção 100% focada no trabalho, sem nenhuma adjacência, como acessar redes sociais e falar ao telefone. Já em um recinto manufaturado, voltado para a produção de produtos, a primeira, e possivelmente, última conversa antes do início das atividades é o uso correto dos epis. Contudo, ultimamente, esse papo não vem tendo muito efeito.

Eventualidades da vida fabril alarmam o perigo da segurança

Em alguns relatórios internos divulgados por específicas fábricas automobilísticas, o índice de absenteísmo chega a estarrecedores 24% ao ano (média de 2% ao mês). Os critérios analíticos incorporados pelas companhias são distintos, mas em boa parte os componentes avaliados são lineares, como faltas decorrentes de atestados médicos externos/internos, acidentes de trabalho, pedido do banco de horas (BH) por parte do colaborador e supressões injustificáveis.

As duas últimas contêm o menor índice de absenteístas (por volta de 3,5% ao ano). Atestados médicos e acidentes de trabalho praticamente se equivalem na disposição dos números (11,5% e 9%). Porém, se analisarmos os motivos de 100% dos atestados, quase 2/3 são oriundos de problemas causados dentro da companhia. Alguns julgam que eles são originários do excesso de trabalho aplicado, outros preferem esconder o real problema, deixando de falar a causa ou dizendo motivos inexistentes.

Lapsos na interlocução é a distância que separa a alegria do sofrimento

Certas companhias cometem falhas graves na distribuição dos epis. As justificativas são enormes. Algumas, não tem verba o suficiente para angariar a compra de uma demanda grande. Outras fazem de maneira errônea (ou não implementam) a comunicação correta de como deve se usar determinado equipamento de proteção individual e sua manutenção. Mas existe também a terceira alternativa, que é a falta de comprometimento do colaborador com a aplicação correta de seu uso.

Muitas pessoas acabam ficando decepadas por conta de ruídos comunicacionais, que acaba sendo um dos geradores de descontentamento em uma empresa. Trabalhadores que perdeu olfato, dedo, mão, pé, ficou surdo, mudo, cego têm aos montes para virar exemplo.

Conclusão do Caso

Em suma, o que deve ser feito é a realização de palestras, pegando exemplos como esses e mostrando ao colaborador que os epis são feitos e foi ratificado na CLT para assegurar o funcionário de qualquer imprevisto que ocorrer no ambiente de trabalho. Uma boa empresa quer ver seu colaborador chegar sadio em seu posto de labuta e sair dele da mesma forma.

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