A Interatividade Digital e Seu Avanço Supersônico

Quando o mundo tinha como canal de comunicação a famosa carta levada por navios, cavaleiros e “pombos-correios”, a interação entre um ser humano e outro era feita por singelas frases descritas através de penas.

Com o passar dos séculos, a relação entre duas pessoas distantes foram ganhando novos meios interlocutórios, como jornais e outros meios impressos. Porém, a partir do século 18, uma nova fase comunicacional foi instaurada e o elo entre os cidadãos de todo o mundo mudaria significativamente.

A criação do rádio e telefone aproximou a coletividade mundial, desenvolvendo novos canais de convívio e ajudando na dispersão de informações. A primeira guerra mundial foi um grande auxiliador para o desenvolvimento de novas ferramentas em torno dessas invenções.

Outros eventos subsequentes como a segunda guerra mundial e o confronto entre Estados Unidos versus Rússia impulsionaram outros adventos tecnológicos, como a invenção do computador e telefone portátil (celular). Nos anos 90, a internet acabou sendo criada e transformando o elo comunicacional do mundo.

Nos dias de hoje, ninguém mais imagina mandar cartas ou usar-se de outros meios para se comunicar com teu próximo. Todavia, a busca incessante de informação e o crescimento da interatividade entre pessoas de todo o mundo imprime o avanço contínuo e necessário de novas tecnologias.

Conforto e praticidade, características exigidas pelo homem moderno.

A associação brasileira de telecomunicações divulgou em sua última pesquisa o aumento de pessoas que teve acesso a internet banda larga. Em 2014, 192 milhões de brasileiros usaram desse atributo, 44% a mais em comparação com 2013. Nos últimos 10 anos, esses números evoluíram nove vezes mais, com crescimento de, aproximadamente, 2000%.

Várias empresas, observando essa alta, resolveram investir nessa área. A disputa por cada cliente é intensa. Corporações como Telmex, Vivo, Vivendi, Algar, entre outras resolveram criar produtos nesse departamento. Programas como Net Virtua, speedy, GVT estão entre os mais disputados e angariados pela sociedade.

Muitos requisitos são pedidos para a obtenção desses produtos, como qualidade na distribuição de rede e a manutenção e comprovação da sua velocidade. Existem casos onde falhas estruturais danificam a redistribuição da internet.

Regiões muitos afastadas, bastante montanhosas ou localizadas em redutos altamente arborizados sofrem com constantes quedas na internet banda larga. Alguns especialistas dizem que o seu avanço vem sendo lento por empecilhos logísticos do próprio país, mas tais obstáculos estão sendo superados.

O ajuntamento do povo em torno do convívio cibernético.

Algumas comunidades desenvolveram estratégias tentando captar o prolongamento das fibras óticas realizadas pelas empresas de comunicação digital. Ações como abaixo-assinado, requerimento judicial e envio de solicitações para as companhias e administrações públicas são realizadas costumeiramente por aqueles que necessitam de tal engenho.

Hoje em dia, apenas 35% das localidades brasileiras tem acesso a rede banda larga. Sua maior concentração se fixa na região sudeste, abrangendo mais de 13 milhões e 500 mil pessoas. Já no norte, esses números caem para menos de 650 mil, quase 14% da população local. As empresas sabem da necessidade de desenvolver a tecnologia digital nesses lugares, mas reafirma que as dificuldades existem, porém, o trabalho não vai parar.

Conclusão do caso:

A internet banda larga, em suma, tem uma gama de produtos cada vez mais crescente no mercado brasileiro. Porém, a questão da qualidade e confiabilidade do plano vem sendo cada vez mais julgado e cobrado pelos clientes. Regiões onde o avanço das fibras óticas vem acontecendo de forma lenta estão cobrando fielmente empresas e governos para o desenvolvimento continuo e rápido dessa tecnologia em suas localidades. Todos querem participar do mundo cibernético e serem reconhecidos como verdadeiros cidadãos do mundo.

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